Retalhos Como Francisco e Clara de Assis, a Fraternidade a todos saúda em Paz e Bem!Retalhos

20 de dezembro de 2014

4.º Domingo do Advento


4º DOMINGO DO ADVENTO

Introdução à Liturgia

A liturgia deste Domingo, o 4º do Advento, aproxima-nos ao mistério do Natal do Senhor, referindo repetidamente o projeto de salvação que Deus tem para oferecer aos homens. Esse projeto, anunciado já no Antigo Testamento, torna-se agora uma realidade concreta e plena na Incarnação de Jesus. É esta proximidade que somos convidados a preparar e a celebrar.

Introdução à Liturgia

A primeira leitura apresenta a “promessa” de Deus feita a David de que o Messias futuro havia de ser um descendente seu. Deus anuncia, pela boca do profeta Natã, que nunca abandonará o seu Povo nem desistirá de o conduzir ao encontro da felicidade e da realização plena. Por esta “promessa”, Deus oferecerá ao seu Povo a estabilidade, a segurança, a paz, e uma felicidade sem fim.
A segunda leitura, da Carta aos Romanos, diz-nos que o projeto de salvação, preparado por Deus desde sempre, se manifestou, em Jesus, a todos os povos, de modo que toda a humanidade possa constituir a verdadeira família de Deus.
O Evangelho refere-se ao momento em que Jesus encarna na história dos homens, a fim de lhes trazer a salvação e a vida definitivas. Por Maria, o Evangelho mostra-nos como a concretização do projeto de Deus só é possível quando damos o nosso sim e nos disponibilizamos para o serviço do Reino: ‘Faça-se em mim a Vossa Palavra’.

Padre João Lourenço, OFM



13 de dezembro de 2014

3.º Domingo do Advento

3.º Domingo do Advento


Introdução à Liturgia

As leituras do 3º Domingo do Advento garantem-nos que Deus tem um projecto de salvação e de vida plena para propor aos homens e para os fazer passar das “trevas” à “luz”. É esse projecto que fundamenta a alegria e a esperança da vida cristã e é nele que encontramos as motivações da nossa caminhada que nos leva até Deus.

Introdução às Leituras

Na primeira leitura, o profeta, já período do pós-exílio, apresenta-se aos habitantes de Jerusalém com uma “boa nova” de Deus. A missão deste “profeta”, ungido pelo Espírito, é anunciar um tempo novo, de vida plena e de felicidade sem fim, um tempo de salvação que Deus vai oferecer aos “pobres” que n’Ele confiam e que d’Ele aguardam a salvação.


Na segunda leitura Paulo explica aos cristãos da comunidade de Tessalónica a atitude que é preciso assumir enquanto se espera o Senhor que vem e como devemos aguardar o Seu encontro. Paulo pede-lhes que sejam uma comunidade “santa” e irrepreensível, isto é, que vivam alegres, em atitude de louvor e de adoração, abertos aos dons do Espírito e aos desafios de Deus.


O Evangelho apresenta-nos João Baptista como sendo a “voz” que prepara os homens para acolher Jesus, a “luz” do mundo. João é um arauto d’Aquele que vai chegar e o seu objectivo é apenas o de levar os seus interlocutores a acolher e a “conhecer” Jesus. João não fala de si, mas apenas d’Ele.

Padre João Lourenço, OFM 

7 de dezembro de 2014

IMACULADA CONCEIÇÃO

SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM MARIA

Introdução à Liturgia

Ao celebrarmos a Solenidade da Imaculada Conceição somos convidados a olhar para a resposta que damos aos desafios de Deus, tomando como testemunho o projecto de Maria. Ao propor o seu exemplo, a liturgia deixa o apelo a acolher, com um coração aberto e disponível, os planos de Deus para nós e para o mundo. Ela é também a Senhora do Advento, da esperança e da vida que nos propõe Jesus como a vida em plenitude.
               
Introdução às Leituras

A primeira leitura mostra, recorrendo à simbólica de Adão e Eva, o que acontece quando rejeitamos as propostas de Deus e preferimos caminhos de egoísmo, de orgulho e de auto-suficiência. Viver centrados em nós e não em Deus significa, inevitavelmente, a trilhar caminhos de sofrimento, de destruição, de infelicidade e de morte.

A segunda leitura mostra-nos que Deus tem um projecto de vida plena, verdadeira e total, para cada homem e para cada mulher, projecto esse que está desde sempre no plano de Deus. Esse projecto, apresentado aos homens através de Jesus Cristo, exige de cada um de nós uma resposta decidida, total e sem ambiguidades.

Evangelho mostra-nos a resposta de Maria ao plano de Deus. Ao contrário de Adão e Eva, Maria rejeitou o orgulho, o egoísmo e a auto-suficiência, dando o seu sim, um sim de entrega e de disponibilidade, um sim que testemunha a vida plena para ela e para o mundo.

Padre João Lourenço, OFM

6 de dezembro de 2014

2.º Domingo do Advento - Ano B


Introdução à Liturgia

A liturgia do segundo domingo de Advento convida-nos a ‘preparar os caminhos do Senhor’. Este convite dirige-se a cada um de nós e tem duas dimensões: preparar os caminhos para que o Senhor possa entrar na nossa vida e para que nós possamos ir também ao Seu encontro. O advento abre-nos à esperança do encontro: d’Ele que vem e de cada um de nós que vai. O encontro é Natal.

Introdução às Leituras

Na primeira leitura, o profeta da época do Exílio testemunha aos que estão no exílio da Babilónia que Deus não se esquece deles e, de novo, os fará regressar à sua terra, à sua cidade, àquele espaço onde eles poderão de novo refazer e reconstruir a sua vida. Será uma caminhada triunfante, pois será feita na esperança e na alegria do encontro.
A segunda leitura abre o coração dos crentes para um outro encontro, o encontro definitivo na comunhão com Deus, na segunda vinda de Jesus. É nesta esperança que se constrói o Reino de Deus. Para tal, temos de pautar a nossa caminhada por uma dinâmica de contínua conversão; só assim preparamos “os novos céus e a nova terra onde habita a justiça”
No Evangelho, encontramos a figura de João Baptista, o grande arauto que nos indica os caminhos do Senhor. Ele é a grande figura do Advento, pois tudo n’ele nos aponta para ‘Aquele que está prestes a chegar’. Esse é que é o Messias, é Ele a Palavra, e João é apenas a voz que a anuncia e proclama. 

Padre João Lourenço, OFM

Início do Ano Dedicado à Vida Consagrada


 http://peregrinofranciscano.com/2014/11/29/carta-franciscana-para-o-ano-da-vida-consagrada/


«Chamados a levar a todos o abraço de Deus»
Agência Ecclesia

13 de Novembro de 2014, às 15:15
Nota Pastoral da CEP sobre o Ano da Vida Consagrada





1. Anúncio feliz do Ano da Vida Consagrada
No final de um encontro com os Superiores Gerais dos Institutos Religiosos no dia 29 de novembro de 2013 em Roma, o Papa Francisco anunciou que o ano de 2015 seria dedicado à Vida Consagrada. Esta proposta para toda a Igreja insere-se também no contexto da celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, designadamente por ocasião do cinquentenário do Decreto «Perfectae Caritatis» sobre a conveniente renovação da Vida Religiosa.
Dois meses mais tarde, a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica (CIVCSVA), traçou os principais objetivos e algumas iniciativas já previstas para celebrarmos com qualidade o Ano da Vida Consagrada.
«Fazer memória agradecida do passado» é o primeiro objetivo desta celebração. Os 50 anos que separam do Concílio são momento de graça para a Vida Consagrada, que percorreu um caminho de renovação guiada pelo Espírito, vivendo as suas fraquezas e infidelidades como experiência da misericórdia e do amor de Deus.
O segundo objetivo é «abraçar o futuro com esperança». As crises atuais e as incertezas no amanhã devem ser assumidas como desafio e ocasião favorável para os consagrados crescerem em profundidade como homens e mulheres de esperança.
Esta esperança impele-nos a «viver o presente com paixão», terceira finalidade a ter em conta na preparação e celebração deste Ano: uma paixão de enamoramento, de verdadeira amizade, de comunhão; uma paixão por evangelizar a própria vocação e testemunhar a beleza do seguimento de Cristo; uma paixão para despertar o mundo com testemunho profético, em presenças significantes nas periferias geográficas e existenciais da pobreza.
O Ano da Vida Consagrada coincide, em grande parte, com as celebrações do 5.º Centenário do nascimento de Santa Teresa de Jesus, nascida em Ávila a 28 de março de 1515. Figura de grande mulher e de consagrada a Cristo na vida contemplativa, para todos é modelo de progredir na intimidade com Deus pelo exercício perseverante de oração, alcançando assim qualidade apostólica a sua intensa atividade de reformadora da vida carmelita e de toda a Igreja.
2. Vida Consagrada no coração da Igreja
Com esta Nota Pastoral, não pretendemos fazer aqui uma reflexão teológica sobre a Vida Consagrada no mistério e na comunhão da Igreja, mas apenas comungar desta proposta pastoral que o Papa Francisco lançou para toda a Igreja universal e para as Igrejas locais. No mesmo sentido da exortação apostólica Vita Consecrata de João Paulo II, cheios de gratidão damos graças ao Espírito pela abundância de formas de vida consagrada.
A designação «Vida Consagrada» refere-se a um comum horizonte eclesial em que se articulam, de forma complementar, carismas e instituições: ordens e institutos religiosos dedicados à contemplação ou às obras de apostolado; sociedades de vida apostólica; institutos seculares e outros grupos de consagrados; formas novas ou renovadas de vida consagrada; a Ordem das Virgens, as viúvas e os eremitas consagrados; todos aqueles que, no segredo do seu coração, se entregam a Deus com uma especial consagração (cf. Vita Consecreta, 2).
A Vida Consagrada está colocada mesmo no coração da Igreja, como elemento decisivo para a missão, visto que exprime a íntima natureza da vocação cristã. E continua a ser um dom precioso e necessário também no presente e para o futuro do povo de Deus, porque pertence intimamente à sua vida, santidade e missão. Os consagrados são chamados a assumir, na radicalidade do seu ser, a mesma exigência que é feita a todos os discípulos de Cristo, no horizonte das bem-aventuranças: «Sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste» (Mt 5,48).
Muitas iniciativas concretas de carácter universal foram já anunciadas. O Papa Francisco presidirá à abertura das celebrações em 30 novembro deste ano, primeiro domingo do Advento, e haverá uma assembleia plenária da CIVCSVA sobre a novidade na Vida Consagrada a partir do Vaticano II. Estão previstos diversos encontros internacionais em Roma para noviços, jovens religiosos e religiosas, formadores e formadoras, superiores e ecónomos gerais e provinciais. Haverá ainda um congresso internacional de teologia da vida consagrada e uma amostra internacional sobre a vida consagrada como evangelho na história humana. Há várias sugestões para as irmãs contemplativas, entre elas uma «cadeia mundial de oração entre os mosteiros». Alguns documentos sobre diversas áreas específicas estão igualmente em preparação e em reelaboração, como a Instrução «Mutuae relationes», que dá critérios diretivos para as relações mútuas entre os Bispos e os Religiosos na Igreja. E quase a concluir as celebrações do Ano da Vida Consagrada, não faltará uma solene concelebração presidida pelo Papa, em finais de 2015, nos 50 anos do Decreto «Perfetae caritatis».
3. Um ano de bênção e de graça
Na nossa missão de Pastores, queremos cuidar com particular estima daqueles e daquelas que seguem Jesus Cristo nesta forma radical de existência cristã que é a vocação à Vida Consagrada. A partir dos nossos organismos diocesanos mais especificamente ocupados com as formas de Vida Consagrada e em coordenação com a Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) e com a Conferência Nacional dos Institutos Seculares de Portugal (CNISP), desejamos que este Ano seja verdadeiramente um ano de graça, tendo sempre na mente e no coração os três objetivos atrás delineados para toda a Igreja: fazer memória agradecida do passado, abraçar o futuro com esperança, viver o presente com paixão.
Olhando a nossa realidade em Portugal, destacamos algumas ações que já são comuns: a Semana do Consagrado, instituída pela Conferência Episcopal, que principia a 26 de janeiro e encerra com a Festa da Apresentação do Senhor e o Dia do Consagrado a 2 de fevereiro, em que procuramos estar presentes como Pastores das Igrejas locais; o Dia Mundial de Oração pela Vida Consagrada Contemplativa. Procuraremos refletir e atualizar para a Igreja em Portugal as orientações contidas na Instrução «Mutuae relationes». Acompanhamos ainda com atenção as iniciativas conjuntas promovidas pelos organismos coordenadores da Vida Consagrada em Portugal, particularmente a CIRP e a CNISP, como as semanas de estudo sobre a Vida Consagrada, as suas assembleias gerais, as atividades fomentadas pelas suas comissões nacionais e secretariados regionais, as muitas planificações em cada instituto e dalguns em comum.
4. Celebrar a Vida Consagrada na comunhão da Igreja
Neste conjunto de celebrações, queremos avivar o Dia do Consagrado, instituído universalmente em 1997 por São João Paulo II, para “ajudar toda a Igreja a valorizar sempre mais o testemunho das pessoas que escolheram seguir a Cristo mais de perto, mediante a prática dos conselhos evangélicos e, ao mesmo tempo, ser para as pessoas consagradas uma ocasião propícia para renovar os propósitos e reavivar os sentimentos, que devem inspirar a sua doação ao Senhor”. Os três objetivos, então por ele apontados para viver este dia, podem sintonizar com o que se pretende ao longo deste especial ano de graça: responder à íntima necessidade de louvar mais solenemente o Senhor e agradecer-Lhe o grande dom da Vida Consagrada, que enriquece e alegra a comunidade cristã com a multiplicidade dos seus carismas e com os frutos de edificação de tantas existências, totalmente doadas à causa do Reino; promover o conhecimento e a estima pela Vida Consagrada, por parte de todo o povo de Deus, fazendo com que a doutrina sobre ela seja mais largamente e mais profundamente meditada e assimilada por todos os membros do povo de Deus; convidar as pessoas consagradas a celebrar em conjunto e solenemente as maravilhas que o Senhor realizou nelas, para descobrir a beleza e a diversidade dos dons difundidos pelo Espírito no seu género de vida, e tomar consciência mais viva da sua insubstituível missão na Igreja e no mundo.
5. A alegria do Evangelho no coração da Vida Consagrada
Todas as celebrações ao longo deste ano apontarão para a vocação e a missão que a Vida Consagrada, de modo permanente nas suas variadas formas, é chamada a ser e realizar, ao espelhar o modo de vida de Jesus Cristo, hoje, e empenhar-se, já, na construção do Reino dos céus. No dizer do Papa Francisco no referido encontro com os Superiores Gerais, os consagrados e consagradas são desafiados a estar e a marcar presença em variadas situações para despertar o mundo: «A Igreja deve ser atrativa. Despertar o mundo! Sede testemunho de um modo diferente de fazer, de agir, de viver! É possível viver de um modo diferente neste mundo. Estamos a falar de uma visão escatológica, dos valores do Reino encarnados aqui, nesta terra. Trata-se de deixar tudo para seguir o Senhor. Não, não quero dizer radical. A radicalidade evangélica não é somente dos religiosos: pede-se a todos. Mas os religiosos seguem o Senhor de maneira especial, de modo profético. Espero de vós este testemunho. Os religiosos devem ser homens e mulheres capazes de despertar o mundo».
A vida de consagração em castidade, pobreza e obediência, seguindo de perto o estilo de vida de Jesus Cristo, é um tesouro para a vida e missão da Igreja. Fazemos nossas estas palavras do Concílio Vaticano II: «o sagrado Concílio confirma e louva os homens e mulheres, Irmãos e Irmãs que nos mosteiros, escolas, hospitais ou missões, embelezam a Igreja com a sua perseverante e humilde fidelidade na mencionada consagração e prestam generosamente às pessoas os mais variados serviços» (Lumen gentium, n. 46).
Desejamos que todas as iniciativas deste Ano da Vida Consagrada sejam assumidas com interioridade na santidade, com coerência na vida comunitária, com testemunho na missão. O encanto, a alegria e o entusiasmo no seguimento de Cristo, assumidos por todos os consagrados e consagradas na sua existência como discípulos missionários e por todas as formas de vida consagrada, constituirão certamente fermento e atração de novas vocações à Vida Consagrada. Acolhendo os reiterados apelos do Papa Francisco para serem «chamados e levar a todos o abraço de Deus» e «transformados na alegria do Evangelho», os consagrados poderão contribuir de modo especial para despertar o mundo ou os mundos por eles habitados.
Confiamos à Virgem Maria a renovação espiritual e apostólica das pessoas consagradas e dos institutos de Vida Consagrada para testemunharem Jesus Cristo com uma existência transfigurada.
Fátima, 13 de novembro de 2014 


CONGREGAÇÃO PARA OS INSTITUTOS DE VIDA CONSAGRADA
E AS SOCIEDADES DE VIDA APOSTÓLICA



ANO DA VIDA CONSAGRADA



ALEGRAI-VOS
Carta Circular aos Consagrados e Consagradas
Do Magistério do Papa Francisco

« Queria dizer-vos uma palavra, e a palavra é alegria.
Onde quer que haja consagrados, aí está a alegria!
».
Papa Francisco
[pdf]


29 de novembro de 2014

1.º Domingo do Advento - Ano B

1.º Domingo do Advento - Ano B


Introdução à Liturgia


Iniciamos hoje, com a liturgia do primeiro Domingo do Advento, um novo ano litúrgico e a preparação do Natal. Ao longo deste ano litúrgico vamos celebrar e viver os mistérios da vida do Senhor acompanhados pelo Evangelho de S. Marcos que nos convida a descobrir Jesus como o verdadeiro messias, o autêntico salvador que Deus oferece e propõe ao homem. Por outro lado, este tempo de Advento convida-nos a preparar a vinda do Senhor ao coração de cada um

Introdução às Leituras

A primeira leitura é um apelo dramático a Jahwéh, o Deus que é “pai” e “redentor”, no sentido de vir mais uma vez ao encontro de Israel para o libertar do pecado e para recriar um Povo de coração novo. O profeta não tem dúvidas: a essência de Deus é amor e misericórdia, “qualidades” que levam o Seu povo a confiar plenamente n’Ele. É um texto admirável de Isaías que nos ajudará a fazer uma verdadeira preparação.

A segunda leitura mostra como Deus Se faz presente na história e na vida de uma comunidade crente, através dos dons e carismas que gratuitamente derrama sobre o seu Povo. É também um convite à esperança, à vigilância, para que não nos deixemos seduzir pelos enganos do tempo presente.

O Evangelho convida os crentes a olhar a História com esperança e a enfrentar os seus desafios com coragem, determinação e fé, animados pela certeza de que “o Senhor vem” e está sempre presente. Para o crente, a vida é sempre um tempo de compromisso ativo e efetivo na construção do Reino de Deus.

Padre João Lourenço, OFM

23 de novembro de 2014

PALAVRA VIVA

DOMINGO 30-11-2014
15 HORAS E 30 MINUTOS


10 de novembro de 2014

Frei Manuel do Cenáculo - Seminário



2 de novembro de 2014

Minibus para o Burkina Faso


26 de outubro de 2014

Plano de Vida e Ação 2014-2015


Ordem Franciscana Secular
Fraternidade de S. Francisco à Luz

PLANO DE VIDA E ACÇÃO 2014/2015

VIII Centenário do Nascimento de S. Luís Rei de França


capa: Ecce Homo
Mestre Desconhecido
c.1570
Madeira de carvalho
89 x 65 cm
Proveniência: Convento extinto, 1834
Museu Nacional de Arte Antiga, Inv. 433 Pint
Tema da Fraternidade Local:


NASCER DE NOVO PARA EVANGELIZAR COM ALEGRIA E COMO FRATERNIDADE

Tema Nacional: «Quem não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus» (Jo 3, 3).

Subtema Regional: «Nada nos roubará a alegria da Evangelização» (Papa Francisco, A Alegria do Evangelho).

INTRODUÇÃO
Em sintonia com o caminho da Igreja, «Sínodo da Família», «Ano da Vida Consagrada», apresentado pelo Papa Francisco, e Sínodo diocesano de Lisboa - assinalando 3 séculos de eleição da diocese de Lisboa a patriarcado, cuja abertura oficial se realizaria a 25 de outubro de 2014, Solenidade da Dedicação da Sé Patriarcal, em celebração na Sé, às 13:30 - propomo-nos, no próximo ano, redescobrir e fazer discernimento sobre a nossa vocação, deixando-nos iluminar pelas palavras de Jesus que nos convida a renascer.
Serve de suporte a figura de S. Luís IX, Rei de França, patrono da OFS, por ocasião do VIII centenário do seu nascimento (25 de abril de 1213/14 a 2014/15).
Por isso daremos particular realce aos seguintes aspetos:

OBJETIVOS

Da Fraternidade Nacional: 

             Fazer memória agradecida pelo passado da nossa história;
             Abraçar o futuro com esperança;
             Viver o presente com paixão, recuperar a espiritualidade do enamoramento, da                                  verdadeira amizade, da profunda comunhão.

Da Fraternidade Regional e Local:

    Objetivo geral:

 Dinamizar os irmãos para a comunhão fraterna.

Objetivos específicos:

Redescobrir e valorizar a pessoa na sua identidade;
  Desenvolver as qualidades pessoais em relação com os outros na Fraternidade

Sugestões de indicadores de medida:
Sugestões de critérios de superação:

CHAMAMENTO/VOCAÇÃO NA IGREJA

A referência a Jesus Cristo

A vocação cristã é, antes de mais, um chamamento a uma relação com Jesus Cristo, pelo que Ele se torna o ponto de referência último da nossa vida; acolhemo-Lo como o «Mestre» e submetemos-Lhe o nosso coração, o nosso modo de pensar, de escolher, de viver; aprendemos a ver o sentido da existência, o bem e o mal, a vida e a morte… deixando-nos guiar e formar por Jesus.
Neste caminho, o cristão percebe que a referência a Jesus é um bem para si, não mortifica a sua humanidade, mas, pelo contrário, torna-a «realizada», verdadeira, cheia de sentido; o cristão dá-se conta que, precisamente, na referência a Jesus de Nazaré encontra a verdade do seu ser homem ou mulher.
A referência a Jesus Cristo, a relação com Ele, não é vivida de maneira imediata e direta, mas atua-se através de algumas mediações: a Eucaristia (e, em dependência da Eucaristia, os outros sacramentos), a Palavra, a Oração.
Através destas realidades, o Senhor Jesus faz-se presente hoje e com o seu Espírito plasma e modela a vida do crente, que O acolhe na fé.

A ação do Espírito Santo

O Espírito Santo – que é o Espírito de Jesus – através da Eucaristia, da Palavra e da Oração atua no cristão para realizar nele o rosto de Jesus.
A ação do Espírito diz respeito a todo o homem construído pelo Espírito à imagem de Jesus e não apenas à sua alma.
O homem «espiritual» é o homem que se deixa guiar pelo Espírito e que deixa que a própria existência, pouco a pouco, assuma o rosto de Jesus Cristo.
Deste modo, o Espírito Santo faz de cada crente uma «memória criativa» de Jesus Cristo; a vida do crente é memória de Jesus Cristo porque reproduz a caridade de Jesus Cristo, a sua capacidade de se dar, de viver para os outros; e é criativa porque o crente não repete materialmente os gestos e as palavras de Jesus Cristo: o crente refaz hoje com os seus gestos e com as suas palavras o sentido contido nos gestos e nas palavras de Jesus.

A referência à Igreja

A referência absoluta e radical a Jesus Cristo realiza-se numa comunidade histórica e concreta de crentes, a comunidade da Igreja.
O sentido da Igreja é uma dimensão fundamental da vocação cristã: o cristão é «homem de Igreja», aceita a Igreja como comunidade visível e hierárquica na qual pela força do Espírito Santo se realiza a relação entre o Senhor Jesus e a sua humanidade crente.
A vida é resposta a um chamamento de Deus à existência e ao amor. A vocação é para alguma coisa: ninguém nasce por acaso sobre esta terra. A vida, portanto, é uma aventura no amor para uma missão que cada um de nós deve levar por diante…
Deus estima-nos, valoriza-nos, quer-nos colaboradores do seu plano de salvação.
A vocação cristã, especifica-se numa multiforme variedade de vocações. Todo o cristão, na prática, é chamado a seguir o mesmo Cristo mas de um modo particular, próprio. São dois os ramos principais, donde nascem as várias específicas vocações pertencentes à Igreja. O primeiro é representado pelas chamadas vocações «consagradas»: o sacerdócio e a vida religiosa; o segundo é representado pela chamada vocação laical, nomeadamente ao matrimónio.
Todas as vocações são caminho para a santidade. Todas vêem de Deus e todas têm como finalidade, a colaboração na realização do seu Reino pelo que não há vocações de primeira ou de segunda categoria. Prioritário é aquilo que Deus quer para nós.
Para compreender a diferença entre a vocação na vida consagrada e a vocação laical basta recordar a experiência de Jesus.
Os seus discípulos eram de dois tipos: alguns, embora aderindo à Sua Palavra, permaneceram nas próprias casas, no próprio trabalho e nas suas ocupações; outros, pelo contrário, os apóstolos e algumas mulheres, aderiram à doutrina de Jesus e estavam dispostos a deixar pai, mãe, mulher filhos, barcas e redes, para seguirem o Mestre, por onde Ele andasse. É claro que a primeira forma de seguimento é hoje representada pelos cristãos leigos, enquanto a segunda pelos cristãos que abraçam o sacerdócio e a vida consagrada.

CHAMAMENTO/VOCAÇÃO NA IGREJA

 VOCAÇÃO E PROFISSÃO

Vocação e Profissão são dois termos que na vida cristã e franciscana andam sempre unidos. Na vida, à voz de alguém que chama, faz eco, normalmente, a voz de um outro que responde. O mesmo acontece entre Deus que chama e o homem que responde. O Senhor chama, a uma particular condição de vida cristã, «a franciscana», mas no estado de vida SECULAR. A ESTE CONVITE, O HOMEM RESPONDE COM A «Profissão» e, repete as palavras de Francisco: «Senhor, que queres que eu faça?»

FRATERNIDADE OFS

Este cenário mostra que a OFS não é, e não pode ser, considerada como um qualquer grupo de amigos que se encontram porque nele há pessoas simpáticas ou porque se fazem atividades interessantes ou porque existem interesses sentimentais. Deus pode servir-se desta base humana como instrumento para fazer passar a Sua voz. Porém, a OFS é uma «fraternidade» de irmãos, que têm Deus como Pai e que colocam Cristo no centro, como primeiro irmão e fundamento do seu estar juntos.
Mas esta fraternidade qualifica-se também como franciscana porque se refaz em Francisco de Assis para reconstruir o mundo e a Igreja com um estilo novo e um comportamento diferente.


  ELEMENTOS DE UMA VOCAÇÃO SEGUNDO A BÍBLIA

Quando a Bíblia nos apresenta uma vocação, (pensemos em Moisés diante da sarça ardente, em Isaías no templo, no jovem Jeremias chamado pelo Senhor, no jovem Samuel chamado de noite por Deus, em David que de pastor é chamado a tornar-se rei e guia do povo), encontramos um pequeno homem, diante da majestade de Deus que sente, por um lado, ter sido «escolhido» por Deus e, por outro, ser enviado para uma «missão» toda especial. A partir daquele momento, a sua vida fica «marcada», toma uma outra direção. De facto, ele deve dar uma resposta a Deus e se aceita aquilo que Deus lhe propõe sabe que irá em direção ao desconhecido, um ponto secreto, conhecido penas por Deus. Deve ir, como foi dito a Abraão, em direção à «terra que Eu te indicarei».
Na reação à proposta de Deus alguns darão uma resposta imediata e espontânea; outras vezes, o homem apanhado pelo medo tentará resistir como pode acontecer também connosco diante da vocação a ser franciscano secular, a ser frade ou ao matrimónio. E aqui as desculpas multiplicam-se ao infinito. Sinteticamente, portanto, a vocação comporta estes quatro elementos:

                   Eleição ou escolha (da parte de Deus)     
                                       Missão a cumprir
                    Implicação pessoal
                    Resposta do homem.

Não constitui elemento essencial o facto que Deus interpele «pessoalmente» ou «através de outros». Digamos que o caminho normal dos chamamentos de Deus, quer no AT, quer na Igreja hoje, acontece através de sinais, através de um amigo, através mesmo de acontecimentos que nos podem parecer banais, instáveis ou inadequados. Assim pode acontecer também na OFS.
No NT somos chamados a seguir Cristo num caminho novo que comporta despojarmo-nos de nós próprios, do nosso modo de ver as coisas e particularmente do modo instintivo de agir para nos revestirmos d`Ele.
Na prática, a vocação cristã é vocação à vida no Espírito. Aquele mesmo Espírito que, unindo-se ao nosso espírito, nos torna capazes de escutar a Palavra do Pai e desperta em nós a resposta filial. Assim é para todos, embora na diversidade dos carismas, dos dons e dos mistérios, mas todos recebemos um chamamento pessoal, do mesmo Espírito, para o bem do único corpo que é a Igreja. Realiza-se assim a fraternidade eclesial que suporta e alimenta qualquer forma de fraternidade que na Igreja nasce e se desenvolve.

 A VOCAÇÃO FRANCISCANA

O chamamento a fazer fraternidade é, por excelência, o chamamento franciscano, mas radicado na fraternidade eclesial. Não se compreende nem existe OFS se estiver fora do contexto eclesial, paroquial e diocesano. Quando Francisco escreve aos primeiros leigos que se dirigiram a ele como guia e mestre, convidava-os:

                              À perfeição do amor
                            À renúncia ao próprio eu
                            A acolher em si Cristo vivo
                             E a mudar de vida.

Só assim, Deus virá habitar neles e serão uma só família, com Deus e com os homens. Realiza-se então a Igreja. Era a mesma profunda experiência de Igreja que ele, os frades e as irmãs clarissas, já viviam: o Evangelho como fonte, a Eucaristia como centro, os pobres como irmãos, a Igreja como Mãe. É assim também para a OFS.

 A VOCAÇÃO DE FRANCISCO, MODELO PARA A NOSSA VOCAÇÃO

O dinamismo de eleição-missão, que vimos atrás, encontra-se também no chamamento de Francisco.
Várias vezes o jovem Francisco se sente objeto de predileção da parte de Deus: no episódio do sonho de Espoleto quando na gruta fora de Assis percebe ter encontrado a «pérola preciosa» da parábola evangélica, quando diante da avidez do pai descobre que tem um Pai celeste bem mais rico e providente, etc.
 Francisco nestes encontros com Deus, percebe que lhe é confiada uma missão para cumprir:
 «Vai e repara a minha casa…» e torna-se o construtor de Deus;
Depois de três anos a reparar igrejinhas percebe que a igreja a reconstruir é a dos homens divididos e longe de Deus. É a descoberta da vocação apostólica, porque a referência é a vida de Cristo e dos Apóstolos. Decide então, «não possuir nem ouro, nem prata, nem dinheiro, nem levar mochila, nem pão, nem bastão para o caminho, nem ter sapatos, nem duas túnicas, mas apenas pregar o Reino de Deus e a penitência» (LM 3,1). 

É uma missão de que ele não conhece nem os detalhes, nem os objetivos. Estes, só Deus os conhece. Ele deve apenas ficar à escuta obediente de modo a dilatar sempre mais e humildemente a missão de «ressuscitar Jesus nos corações de muitos» e de «apagar as inimizades e ditar os fundamentos de novos acordos de paz».

 Tudo isto revela a profunda mudança interior e exterior realizada na vida de Francisco: «Eis como o Senhor me concedeu a mim, frei Francisco, começar a fazer penitência (…) e, aquilo que me parecia amargo, foi-me transformado em doçura de alma e de corpo» (T 2). É da renúncia aos próprios pontos de vista e da aceitação da vontade de Deus que tem início toda a vocação, mesmo a da OFS.
  A resposta de Francisco foi sempre pronta, imediata: em Espoleto, em Assis, em S. Damião, em S. Maria dos Anjos. Sem demora, vai para o meio do povo falar de Deus e da necessidade de mudar de vida, para ser salvos (Citar as biografias).

A «VOCAÇÃO FRANCISCANA» NA OFS

A natureza da OFS, tal como as outras Ordens fundadas por Francisco, é vocacional. Entra-se na OFS e, coisa ainda mais importante, permanece-se nela porque, como Francisco, se sente o chamamento para uma missão. A este propósito é esclarecedora a regra da OFS:
«No seio da referida família (Família Franciscana), ocupa posição de relevo a Ordem Franciscana Secular, que é delineada como união orgânica de todas as fraternidades católicas difundidas pelo mundo e abertas a todos os grupos de fiéis, nas quais os irmãos e irmãs, impelidos pelo espírito à perfeição da caridade a atingir no seu estado secular, mediante a Profissão, são instados a viver o Evangelho à semelhança de São Francisco e com o auxílio desta Regra confirmada pela Igreja» (R, 2).
Distinguimos, por isso, dentro desta vocação os elementos clássicos de toda a vocação franciscana:

 Chamamento do Espírito Santo: Deus Pai, no seu amor, faz sentir um particular chamamento, numa certa direção…
 A alcançar a perfeição da caridade: ou seja a partilha dos sentimentos de Cristo, para tornar na Igreja, isto é, para os irmãos, incarnação e prolongamento do próprio Cristo.
 No seguimento de Francisco, ou seja, segundo a particular «missão» que teve o santo de Assis e segundo aquela «resposta» que ele mesmo deu.
O mesmo artigo faz-nos depois distinguir algo específico da vocação da OFS:
No estado secular: não, portanto, no âmbito da Ordem dos Frades ou das Clarissas, mas na família secular, isto é, como leigo.
Na prática: se o máximo grau de pertença à OFS é inserir-se nela com a «Profissão», rito com o qual nos empenhamos para toda a vida, e com a máxima consciência, a viver a vocação franciscana, à OFS começa-se já a pertencer, - embora de maneira ainda inicial – com o compromisso na JUFRA.
Se a vocação franciscana secular é assim concebida, pode-se concluir que à OFS – por força da idêntica vocação-missão – pertencem, quer os membros que fizeram a profissão, quer os jovens que fizeram o compromisso; e da JUFRA podem fazer parte quer os jovens empenhados após o compromisso, quer aqueles que, embora tendo já feito a profissão na OFS, continuam a viver e a trabalhar com e para a fraternidade JUFRA.

 MISSÃO DO LEIGO FRANCISCANO

A missão do leigo franciscano poderia sintetizar-se no slogan «SERVIR OS IRMÃOS», o que pode ser demasiado genérico. Vejamos, então, a partir do capítulo 25 do Evangelho de S. Mateus, como se concretiza essa missão:
Com a parábola dos talentos somos advertidos que devemos pôr a render os dons recebidos;
Com a parábola das ovelhas e dos carneiros (ou juízo final) é-nos indicada a direção a tomar: o serviço do irmão, que não tem aquilo que eu tenho, do assim chamado «pobre».
Nesta linha, move-se também a Regra, nos artigos 6-19, quando fala de algumas necessidades fundamentais do homem e de como satisfazê-las:
Anunciar Cristo com a vida e com as palavras;
Acolher todos os homens com espírito humilde e cortês, como dom do Senhor e imagem de Cristo, para criar condições de vida dignas de criaturas redimidas por Cristo;
Construir um mundo mais fraterno e evangélico, com o exercício competente das próprias responsabilidades;
Ser sinal de paz, fidelidade e respeito pela vida;
Procurar os caminhos da humildade e do entendimento fraterno, praticando o diálogo, o perdão e a perfeita alegria;
Ter respeito por toda a criação e fugir da tentação de desfrutar egoisticamente dos recursos dados pelo Senhor.
Mas a missão do franciscano secular, é para se desenvolver também, dentro da fraternidade:
Com a própria participação: estando presentes, alegres, atentos e empenhados;
Quando o Conselho confia um encargo, mesmo o mais simples e humilde;
Quando somos chamados a desempenhar tarefas de animação: Ministro, Vice-Ministro, Conselheiro…;
Quando temos a responsabilidade de outros irmãos: arautos, jovens ou adultos em formação;
Quando somos chamados a servir, também, na fraternidade regional e ou nacional.
A missão do franciscano secular expressa-se, ainda, dentro de estruturas paroquiais e diocesanas:
 Se o pároco pede o nosso contributo como catequistas, cantores e ministrantes;
Quando desempenhamos um ministério (acolhimento, cartório, limpezas, animação litúrgica, etc.);
Quando particulares exigências pastorais, nos levem a descobrir a vocação para o ministério extraordinário da Comunhão ou para os ministérios instituídos do leitorado e do Acolitado;
 Para não falar depois, na vocação para o Diaconado permanente e o sacerdócio.

NÃO ESTAMOS SOZINHOS NO CAMINHO

A concluir vale a pena recordar a presença permanente de Deus que chama: Ele nunca deixa sozinho aquele que é chamado. Está sempre ao seu lado, durante todo o arco de tempo necessário, para a resposta e para a missão.
Moisés chamado por Deus a libertar o povo, ouve a promessa tranquilizadora da Sua presença e assistência: «EU ESTAREI CONTIGO».
Também Maria, tem do anjo a garantia de não ficar sozinha, na missão de dar Jesus ao mundo: «O SENHOR ESTÁ CONTIGO». E a mesma promessa, fá-la Jesus aos apóstolos, continuadores da Sua missão, e neles a nós, a toda a Igreja: «EIS QUE EU ESTOU CONVOSCO TODOS OS DIAS, ATÉ AOS CONFINS DO MUNDO».

 
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