Retalhos Como Francisco e Clara de Assis, a Fraternidade a todos saúda em Paz e Bem!Retalhos

8 de fevereiro de 2011

TERRA SANTA - PEREGRINAÇÕES



16 de janeiro de 2011

Espírito de Assis: Diálogo e Comunhão





À Luz do Espírito de Assis: Viver a Beleza do Diálogo e da Comunhão

O Decálogo de Assis
  • Para a paz, enviado aos chefes de Estado
    1. Comprometemo-nos a proclamar a nossa firme convicção de que a violência e o terrorismo estão em oposição com o verdadeiro espírito religioso e, ao condenar qualquer recurso à violência e à guerra em nome de Deus ou da religião, empenhamo-nos em fazer tudo o que for possível para desenraizar as causas do terrorismo.
    2. Comprometemo-nos a educar as pessoas no respeito e na estima recíprocos, a fim de poder alcançar uma coexistência pacífica e solidária entre os membros de etnias, culturas e religiões diferentes.
    3. Comprometemo-nos a promover a cultura do diálogo, para que se desenvolvam a compreensão e a confiança recíprocas entre indivíduos e entre os povos, pois são estas as condições para uma paz autêntica.
    4. Comprometemo-nos a defender o direito de todas as pessoas humanas de levar uma existência digna, conforme com a sua identidade cultural, e de fundar livremente uma família que lhe seja própria.
    5. Comprometemo-nos a dialogar com sinceridade e paciência, não considerando o que nos divide como muro insuperável, mas, ao contrário, reconhecendo que o confronto com a diversidade do próximo pode tornar-se uma ocasião de maior compreensão recíproca.
    6. Comprometemo-nos a perdoar-nos reciprocamente os erros e os preconceitos do passado e do presente, e a apoiar-nos no esforço comum para vencer o egoísmo e o abuso, o ódio e a violência, e para aprender do passado que a paz sem justiça não é uma paz verdadeira.
    7. Comprometemo-nos a estar da parte de quantos sofrem devido á miséria e do abandono, fazendo-nos a voz dos que não têm voz e empenhando-nos concretamente para sair de tais situações, convictos de que, sozinhos, ninguém pode ser feliz.
    8. Comprometemo-nos a fazer nosso o brado de todos os que não se resignam à violência e ao mal, e desejamos contribuir com todos os nossos esforços para dar à humanidade do nosso tempo uma real esperança de justiça e de paz.
    9. Comprometemo-nos a encorajar qualquer iniciativa que promova a amizade entre os povos, convictos de que, se não há um entendimento solidário entre os povos, o progresso tecnológico expõe o mundo a riscos crescentes de destruição e de morte.
    10. Comprometemo-nos a pedir aos responsáveis das nações que façam todos os esforços possíveis para que, quer a nível nacional quer internacional, seja edificado e consolidado um mundo de solidariedade e de paz fundado na justiça.

9 de janeiro de 2011

Semana da Vocação Franciscana - 9 a16 de Janeiro


23 de dezembro de 2010

NATAL DO SENHOR





FELIZ NATAL!


Jo 1, 1-18


No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. No princípio, Ele estava com Deus. Tudo se fez por meio d’Ele e sem Ele nada foi feito. N’Ele estava a vida e a vida era a luz dos homens. A luz brilha nas trevas e as trevas não a receberam. Apareceu um homem enviado por Deus, chamado João. Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. O Verbo era a luz verdadeira, que, vindo ao mundo, ilumina todo o homem. Estava no mundo e o mundo, que foi feito por Ele, não O conheceu. Veio para o que era seu e os seus não O receberam. Mas àqueles que O receberam e acreditaram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós. Nós vimos a sua glória, glória que Lhe vem do Pai como Filho Unigénito, cheio de graça e de verdade. João dá testemunho d’Ele, exclamando: «É deste que eu dizia: ‘O que vem depois de mim passou à minha frente, porque existia antes de mim’». Na verdade, foi da sua plenitude que todos nós recebemos graça sobre graça. Porque, se a Lei foi dada por meio de Moisés, a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. A Deus, nunca ninguém O viu. O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer.


Palavra da salvação.

19 de dezembro de 2010

IV Domingo do Advento - Escutai


Gestos e atitudes:

Acender a vela do IV Domingo do Advento renovar o propósito de vida, meditar o Salmo 24 e ler Lucas 1, 39-45.

Sl 24 (23) CÂNTICO PROCESSIONAL (15; Is 33,14-16)
Salmo processional, pertencente ao género literário dos salmos do reino, próximos dos salmos reais, mas relativos à entronização simbólica de Javé como rei. Três temas aparecem bem frisados: a procissão, as portas do santuário e a chegada da glória de Deus. As festas apropriadas para exprimir esta solenidade podem ser várias. Há quem pense numa entronização da Arca da aliança ou então na liturgia da festa das Tendas. Contudo, muitos outros momentos litúrgicos poderiam servir de enquadramento para este salmo.


1Salmo de David.
Ao SENHOR pertence a terra e o que nela existe,
o mundo inteiro e os que nele habitam;
2*pois Ele a fundou sobre os mares
e a consolidou sobre os abismos.
3Quem poderá subir à montanha do SENHOR
e apresentar-se no seu santuário?
4*O que tem as mãos inocentes e o coração limpo,
o que não ergue o espírito para as coisas vãs,
nem jura pelo que é falso.
5Este há-de receber a bênção do SENHOR
e a recompensa de Deus, seu salvador.
6*Esta é a geração dos que o procuram,
dos que buscam a face do Deus de Jacob.
7Ó portas, levantai os vossos umbrais!
Alteai-vos, pórticos eternos,
que vai entrar o rei glorioso.
8Quem é esse rei glorioso?
É o SENHOR, poderoso herói,
o SENHOR, herói na batalha.
9Ó portas, levantai os vossos umbrais!
Alteai-vos, pórticos eternos,
que vai entrar o rei glorioso.
10*Quem é Ele, esse rei glorioso?
É o Senhor do universo!
É Ele o rei glorioso.

Lucas 1, 39-45
Visita de Maria a Isabel
- 39*Por aqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se à pressa para a montanha, a uma cidade da Judeia. 40Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. 41*Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Então, erguendo a voz, exclamou: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. 43*E donde me é dado que venha ter comigo a mãe do meu Senhor? 44Pois, logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio. 45Feliz de ti que acreditaste, porque se vai cumprir tudo o que te foi dito da parte do Senhor.»

13 de dezembro de 2010

III Semana do Advento - Esperai

Gestos e atitudes: Acender a terceira vela da coroa do Advento, repensar a atitude de vida que nos propusémos e ler ou cantar os segunites textos da Bíblia.

Sl 146 (145) HINO AO DEUS DE MISERICÓRDIA
Este salmo, como os quatro salmos seguintes, é um hino. Demonstração disso é o facto de todos eles começarem e concluírem com o refrão “Aleluia”, que significa “louvai o Senhor”. Este sublinha que qualquer humano é demasiado fraco para nele se colocarem esperanças de salvação. Só Deus pode responder cabalmente aos anseios humanos. Está igualmente recheado de referências a temas do pensamento e literatura bíblicos.


Refrão: "Vinde, Senhor, vinde salvar-nos"

1Aleluia!
Louva, ó minha alma, o SENHOR!
2Hei-de louvar o SENHOR, enquanto viver;
enquanto existir, hei-de cantar hinos ao meu Deus.
3Não ponhais a vossa confiança nos poderosos,
nem nos homens, pois eles não podem salvar.
4Mal deixam de respirar, regressam ao pó da terra;
nesse mesmo dia acabam os seus projectos.
5Feliz de quem tem por auxílio o Deus de Jacob,
de quem põe a sua esperança no SENHOR, seu Deus.
6Ele criou os céus, a terra e o mar
e tudo o que neles existe.
7Ele é eternamente fiel à sua palavra;
salva os oprimidos, dá pão aos que têm fome;
o SENHOR liberta os prisioneiros.
8O SENHOR dá vista aos cegos,
o SENHOR levanta os abatidos;
o SENHOR ama o homem justo.
9O SENHOR protege os que vivem em terra estranha
e ampara o órfão e a viúva,
mas entrava o caminho aos pecadores.
10O SENHOR reinará eternamente!
O teu Deus, ó Sião, reinará por todas as gerações!
Aleluia!

Ler ainda:

Is 35, 1-5
Regresso a Sião
1O deserto e a terra árida vão alegrar-se, a estepe exultará e dará flores belas como narcisos. 2Vai cobrir-se de flores e transbordar de júbilo e de ale­gria. Tem a glória do Líbano, a formosura do monte Carmelo e da planície de Saron. Verão a glória do Senhor e o esplendor do nosso Deus. 3Fortalecei as mãos débeis, robustecei os joelhos vacilantes. 4Dizei aos que têm o coração inde­ciso: «Tomai ânimo, não temais!» Eis o vosso Deus, que vem para vos vingar. Deus vem em pessoa retribuir-vos e salvar-vos. 5Então se abrirão os olhos do cego, os ouvidos do surdo ficarão a ouvir.

5 de dezembro de 2010

Semana II do Advento - Preparai



Acender a segunda vela da Coroa do Advento, reforçar a atitude de vida que nos propusémos e meditar o Salmo 77

77 (76) MEDITAÇÃO SOBRE O PASSADO DE ISRAEL Salmo colectivo de súplica. O tema está muito subtilmente elaborado. Enuncia-se, de início, como uma súplica e continua com queixas sobre o abandono a que Deus parece ter votado o seu povo. Lamenta-se que Deus pareça não tratar os israelitas como o fazia outrora, quando realizava prodígios sem conta.

1*Ao director do coro. Para Jedutun. Salmo de Asaf.
2Suba até Deus a minha voz e clame;
suba até Deus a minha voz: Ele há-de ouvir-me.
3*No dia da angústia, procuro o Senhor;
à noite, sem descanso, ergo as mãos em oração,
mas a minha alma não encontra conforto.
4Quando penso em Deus, suspiro;
quando medito, sinto o meu espírito desfalecer.

5Não deixei que as minhas pálpebras se fechassem;
fiquei perturbado, sem nada dizer!
6Recordo-me dos dias passados,
lembro-me dos tempos antigos.
7Passo a noite a reflectir em meu coração,
e o meu espírito medita e procura:
8*"Porventura, irá o Senhor abandonar-nos para sempre?
Não voltará mais a ser-nos favorável?
9Acaso se esgotou por completo o seu amor
e revogou a sua promessa às gerações?
10Ter-se-á Deus esquecido da sua compaixão,
ou terá fechado com ira o seu coração?"
11E eu respondo: "O que mais me faz sofrer
é que a mão do Altíssimo nos trate de modo diferente."

12*Tenho na memória os teus feitos, SENHOR,
lembro-me das tuas maravilhas de outrora.
13Penso em todas as tuas obras,
medito nos teus prodígios.

14*Ó Deus, os teus caminhos são santos.
Que Deus haverá tão grande como Tu?
15*Tu és o Deus que realiza maravilhas,
manifestaste entre as nações o teu poder.
16Com a força do teu braço resgataste o teu povo,
os descendentes de Jacob e de José.

17*Viram-te as águas, ó Deus,
viram-te as águas e tremeram,
e até os abismos se agitaram.
18*As nuvens transformaram-se em chuva;
os trovões fizeram ouvir a sua voz,
e as tuas setas surgiam de todos os lados.
19*O ruído do teu trovão ecoou nos ares
e os relâmpagos iluminaram o mundo;
a terra agitou-se e tremeu.
20*O mar foi para ti um caminho;
caminhaste por entre águas caudalosas
e ninguém descobriu as tuas pegadas.
21*Conduziste o teu povo como um rebanho,
pela mão de Moisés e de Aarão.

Ler Isaías 11, 1-9
O reino messiânico



11 1*Brotará um rebento do tronco de Jessé,
e um renovo brotará das suas raízes.
2*Sobre ele repousará o espírito do SENHOR:
espírito de sabedoria e de entendimento,
espírito de conselho e de fortaleza,
espírito de ciência e de temor do SENHOR.
3Não julgará pelas aparências
nem proferirá sentenças somente pelo que ouvir dizer;
4mas julgará os pobres com justiça,
e com equidade os humildes da terra;
ferirá os tiranos com os decretos da sua boca,
e os maus com o sopro dos seus lábios.
5A justiça será o cinto dos seus rins,
e a lealdade circundará os seus flancos.
6Então o lobo habitará com o cordeiro,
e o leopardo deitar-se-á ao lado do cabrito;
o novilho e o leão comerão juntos,
e um menino os conduzirá.
7A vaca pastará com o urso,
e as suas crias repousarão juntas;
o leão comerá palha como o boi.
8A criancinha brincará na toca da víbora
e o menino desmamado meterá a mão na toca da serpente.
9Não haverá dano nem destruição em todo o meu santo monte,
porque a terra está cheia de conhecimento do SENHOR,
tal como as águas que cobrem a vastidão do mar.

Semana I do Advento - Vigiai








Gestos e atitudes celebrativas do Advento - No 1º Domingo e ao longo da semana:
Ler ou cantar o salmo 122 (121) SAUDAÇÃO A JERUSALÉM (84)

O tema central deste Cântico de Sião é claramente enquadrado nos cânticos de peregrinação. Sião é aqui envolvida em toda a ternura que os peregrinos sentem pelo local, onde está o santuário.1*Cântico das peregrinações. De David.

Que alegria, quando me disseram:
"Vamos para a casa do SENHOR!"
2Os nossos pés detêm-se
às tuas portas, ó Jerusalém!
3*Jerusalém, cidade bem construída,
harmoniosamente edificada.
4*Para lá sobem as tribos, as tribos do SENHOR,
segundo o costume de Israel,
para louvar o nome do SENHOR.
5*Nela estão os tribunais da justiça,
os tribunais da casa de David.
6Fazei votos em favor de Jerusalém:
"Prosperem aqueles que te amam;
7haja paz dentro das tuas muralhas,
tranquilidade nos teus palácios."
8Por amor dos meus irmãos e amigos,
proclamarei: "A paz esteja contigo!"
9Por amor da casa do SENHOR, nosso Deus,
pedirei o bem-estar para ti.

Ler Isaías 2, 1-5:
Sião centro do reino final de Deus (66,18-24; Sl 87; Mq 4,1-3; Zc 8,20-23)
2 1Visão profética de Isaías, filho de Amós,
sobre Judá e Jerusalém:
2*No fim dos tempos
o monte do templo do SENHOR estará firme,
será o mais alto de todos,
e dominará sobre as colinas.
Acorrerão a ele todas as gentes,
3virão muitos povos e dirão:
«Vinde, subamos à montanha do SENHOR,
à casa do Deus de Jacob.
Ele nos ensinará os seus caminhos,
e nós andaremos pelas suas veredas;
porque de Sião sairá a lei,
e de Jerusalém, a palavra do SENHOR.
4*Ele julgará as nações,
e dará as suas leis a muitos povos,
os quais transformarão as suas espadas em relhas de arados,
e as suas lanças, em foices.
Uma nação não levantará a espada contra outra,
e não se adestrarão mais para a guerra.
5Vinde, Casa de Jacob!
Caminhemos à luz do SENHOR.»

16 de novembro de 2010

17 de Novembro - Festa de Santa Isabel da Hungria



Catequese do Papa: Isabel da Hungria, a princesa entre os pobres

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 20 de outubro de 2010 (ZENIT.org) - Apresentamos, a seguir, a catequese dirigida pelo Papa aos grupos de peregrinos do mundo inteiro, reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral.
* * *
Queridos irmãos e irmãs:
Hoje, eu gostaria de falar-vos sobre uma das mulheres da Idade Média que suscitou maior admiração: Santa Isabel da Hungria, chamada também de Isabel de Turíngia. Ela nasceu em 1207, na Hungria. Os historiadores discutem onde. Seu pai era André II, rico e poderoso rei da Hungria, o qual, para reforçar seus vínculos políticos, havia se casado com a condessa alemã Gertrudes de Andechs-Merania, irmã de Santa Edwirges, que era esposa do duque de Silésia. Isabel viveu na corte húngara somente nos primeiros quatro anos da sua infância, junto a uma irmã e três irmãos. Ela gostava de música, dança e jogos; recitava com fidelidade suas orações e mostrava atenção particular aos pobres, a quem ajudava com uma boa palavra ou com um gesto afetuoso.
Sua infância feliz foi bruscamente interrompida quando, da distante Turíngia, chegaram alguns cavaleiros para levá-la à sua nova sede na Alemanha central. Segundo os costumes daquele tempo, de fato, seu pai havia estabelecido que Isabel se convertesse em princesa de Turíngia. O landgrave ou conde daquela região era um dos soberanos mais ricos e influentes da Europa no começo do século XIII e seu castelo era centro de magnificência e de cultura. Mas, por trás das festas e da glória, escondiam-se as ambições dos príncipes feudais, geralmente em guerra entre eles e em conflito com as autoridades reais e imperiais. Neste contexto, o landgrave Hermann acolheu com boa vontade o noivado entre seu filho Ludovico e a princesa húngara. Isabel partiu de sua pátria com um rico dote e um grande séquito, incluindo suas donzelas pessoais, duas das quais permaneceriam amigas fiéis até o final. São elas que deixaram preciosas informações sobre a infância e sobre a vida da santa.
Após uma longa viagem, chegaram a Eisenach, para subir depois à fortaleza de Wartburg, o maciço castelo sobre a cidade. Lá se celebrou o compromisso entre Ludovico e Isabel. Nos anos seguintes, enquanto Ludovico aprendia o ofício de cavaleiro, Isabel e suas companheiras estudavam alemão, francês, latim, música, literatura e bordado. Apesar do fato do compromisso ter sido decidido por razões políticas, entre os dois jovens nasceu um amor sincero, motivado pela fé e pelo desejo de fazer a vontade de Deus. Aos 18 anos, Ludovico, após a morte do seu pai, começou a reinar sobre Turíngia. Mas Isabel se converteu em objeto de silenciosas críticas, porque seu comportamento não correspondia à vida da corte. Assim também a celebração do matrimônio não foi fastuosa e os gastos do banquete foram distribuídos em parte aos pobres. Em sua profunda sensibilidade, Isabel via as contradições entre a fé professada e a prática cristã. Não suportava os compromissos. Uma vez, entrando na igreja na festa da Assunção, ela tirou a coroa, colocou-a aos pés da cruz e permaneceu prostrada no chão, com o rosto coberto. Quando uma freira a desaprovou por este gesto, ela respondeu: "Como posso eu, criatura miserável, continuar usando uma coroa de dignidade terrena quando vejo o meu Rei Jesus Cristo coroado de espinhos?". Ela se comportava diante dos seus súditos da mesma forma que se comportava diante de Deus. Entre os escritos das quatro donzelas, encontramos este testemunho: "Não consumia alimentos sem antes estar certa de que procediam das propriedades e dos bens legítimos do seu marido. Enquanto se abstinha dos bens adquiridos ilicitamente, preocupava-se também por ressarcir àqueles que tivessem sofrido violência"(nn. 25 e 37). Um verdadeiro exemplo para todos aqueles que desempenham cargos: o exercício da autoridade, em todos os níveis, deve ser vivido como serviço à justiça e à caridade, na busca constante do bem comum.
Isabel praticava assiduamente as obras de misericórdia: dava de beber e de comer a quem batia à sua porta, distribuía roupas, pagava as dívidas, cuidava dos doentes e sepultava os mortos. Descendo do seu castelo, dirigia-se frequentemente com suas donzelas às casas dos pobres, levando pão, carne, farinha e outros alimentos. Entregava os alimentos pessoalmente e cuidava com atenção do vestuário e dos leitos dos pobres. Este comportamento foi informado ao seu marido, a quem isso não apenas não desagradou, senão que respondeu aos seus acusadores: "Enquanto ela não vender o castelo, estou feliz!". Neste contexto se coloca o milagre do pão transformado em rosas: enquanto Isabel ia pela rua com seu avental cheio de pão para os pobres, encontrou-se com o marido, que lhe perguntou o que estava carregando. Ela abriu o avental e, no lugar dos pães, apareceram magníficas rosas. Este símbolo de caridade está presente muitas vezes nas representações de Santa Isabel.
Seu casamento foi profundamente feliz: Isabel ajudava seu esposo a elevar suas qualidades humanas ao nível espiritual e ele, por outro lado, protegia sua esposa em sua generosidade com os pobres e em suas práticas religiosas. Cada vez mais admirado pela grande fé de sua esposa, Ludovico, referindo-se à sua atenção aos pobres, disse-lhe: "Querida Isabel, é Cristo quem você lavou, alimentou e cuidou" - um claro testemunho de como a fé e o amor a Deus e ao próximo reforçam e tornam ainda mais profunda a união matrimonial.
O jovem casal encontrou apoio espiritual nos Frades Menores, que, desde 1222, difundiram-se em Turíngia. Entre eles, Isabel escolheu o Frei Rüdiger como diretor espiritual. Quando ele lhe narrou as circunstâncias da conversão do jovem e rico comerciante Francisco de Assis, Isabel se entusiasmou ainda mais em seu caminho de vida cristã. Desde aquele momento, dedicou-se ainda mais a seguir Cristo pobre e crucificado, presente nos pobres. Inclusive quando nasceu seu primeiro filho, seguido de outros dois, nossa santa não descuidou jamais das suas obras de caridade. Além disso, ajudou os Frades Menores a construir um convento em Halberstadt, do qual o Frei Rüdiger se tornou superior. A direção espiritual de Isabel passou, assim, a Conrado de Marburgo.
Uma dura prova foi o adeus ao marido, no final de junho de 1227, quando Ludovico IV se associou à cruzada do imperador Frederico II, recordando à sua esposa que esta era uma tradição para os soberanos de Turíngia. Isabel respondeu: "Não o impedirei. Eu me entreguei totalmente a Deus e agora devo entregar você também". No entanto, a febre dizimou as tropas e o próprio Ludovico ficou doente e morreu em Otranto, antes de embarcar, em setembro de 1227, aos 26 anos. Isabel, ao saber da notícia, sentiu tal dor, que se retirou em solidão, mas depois, fortificada pela oração e consolada pela esperança de voltar a vê-lo no céu, interessou-se novamente pelos assuntos do reino. Outra prova, porém, a esperava: seu cunhado usurpou o governo de Turinga, declarando-se verdadeiro herdeiro de Ludovico e acusando Isabel de ser uma mulher piedosa incompetente para governar. A jovem viúva, com seus três filhos, foi expulsa do castelo de Wartburg e começou a procurar um lugar para refugiar-se. Somente duas de suas donzelas permaneceram junto dela, acompanharam-na e confiaram os três filhos aos cuidados de amigos de Ludovico. Peregrinando pelos povoados, Isabel trabalhava onde era acolhida, assistia os doentes, fiava e costurava. Durante este calvário, suportado com grande fé, paciência e dedicação a Deus, alguns parentes, que haviam permanecido fiéis a ela e consideravam ilegítimo o governo do seu cunhado, reabilitaram seu nome. Assim, Isabel, no início de 1228, pôde receber uma renda apropriada para retirar-se ao castelo familiar em Marburgo, onde vivia também seu diretor espiritual, Frei Conrado. Foi ele quem contou ao Papa Gregório IX o seguinte fato: "Na Sexta-Feira Santa de 1228, com as mãos sobre o altar da capela da sua cidade, Eisenach, onde havia acolhido os Frades Menores, na presença de alguns frades e familiares, Isabel renunciou à sua própria vontade e a todas as vaidades do mundo. Ela queria renunciar a todas as suas possessões, mas eu a dissuadi por amor aos pobres. Pouco depois, construiu um hospital, recolheu doentes e inválidos e serviu em sua própria mesa os mais miseráveis e abandonados. Tendo eu a repreendido por estas coisas, Isabel respondeu que dos pobres recebia uma especial graça e humildade" (Epistula magistri Conradi, 14-17).
Podemos ver nesta afirmação certa experiência mística parecida com a vivida por São Francisco: de fato, o Pobrezinho de Assis declarou em seu testamento que, servindo os leprosos, o que antes era amargo se transformou em doçura da alma e do corpo (Testamentum, 1-3). Isabel transcorreu seus últimos 3 anos no hospital fundado por ela, servindo os doentes, velando com os moribundos. Tentava sempre levar a cabo os serviços mais humildes e os trabalhos repugnantes. Ela se converteu no que poderíamos chamar de mulher consagrada no meio do mundo (soror in saeculo) e formou, com outras amigas suas, vestidas com um hábito cinza, uma comunidade religiosa. Não é por acaso que ela é padroeira da Terceira Ordem Regular de São Francisco e da Ordem Franciscana Secular.
Em novembro de 1231, foi vítima de fortes febres. Quando a notícia da sua doença se propagou, muitas pessoas foram visitá-la. Após cerca de 10 dias, ela pediu que fechassem as portas, para ficar a sós com Deus. Na noite de 17 de novembro, descansou docemente no Senhor. Os testemunhos sobre sua santidade foram tantos, que apenas quatro anos mais tarde, o Papa Gregório IX a proclamou santa e, no mesmo ano, consagrou-se a bela igreja construída em sua honra, em Marburgo.
Queridos irmãos e irmãs, na figura de Santa Isabel, vemos como a fé e a amizade com Cristo criam o sentido da justiça, da igualdade de todos, dos direitos dos demais e criam o amor, a caridade. E dessa caridade nasce a esperança, a certeza de que somos amados por Cristo e de que o amor de Cristo nos espera e nos torna, assim, capazes de imitá-lo e vê-lo nos demais. Santa Isabel nos convida a redescobrir Cristo, a amá-lo, a ter fé e, assim, encontrar a verdadeira justiça e o amor, como também a alegria de que um dia estaremos submersos no amor divino, no gozo da eternidade com Deus. Obrigado.
[No final da audiência, o Papa cumprimentou os peregrinos em vários idiomas. Em português, disse:]
Queridos irmãos e irmãs,

Santa Isabel da Hungria nasceu em mil duzentos e sete. Muito jovem ainda, foi dada em casamento a Luís IV da Turíngia, florescendo entre ambos um amor sincero, animado pela fé e pelo desejo de cumprir a vontade de Deus. Decidida a seguir Cristo pobre e crucificado, presente nos pobres, Isabel praticava assídua e pessoalmente as obras de misericórdia. Foram acusá-la ao marido de assim gastar os bens do condado; ele respondeu: «Desde que não me venda o castelo, não me importa!». Uma vez ela levava o avental cheio de pão para os pobres, quando se cruzou com o marido que lhe perguntou que levava. Isabel abriu o avental; mas, em vez de pão, apareceram magníficas rosas. É o conhecido milagre do pão transformado em rosas, que aparece muitas vezes reproduzido na imagem desta grande Santa da caridade. 

Amados fiéis brasileiros da paróquia São Pedro Apóstolo de Pato Branco e todos os peregrinos de língua portuguesa, agradeço a vossa visita e de coração vos saúdo, desejando que esta peregrinação a Roma deixe a vida de cada um iluminada pelo sentido e pelo amor de Deus e do próximo. Sobre as vossas famílias e comunidades cristãs, desçam abundantes favores divinos, que sobre todos invoco ao abençoar-vos em nome do Senhor.
[Tradução: Aline Banchieri.
©Libreria Editrice Vaticana]

28 de outubro de 2010

Testemunho do Irmão Rui Batalha


TESTEMUNHO:
Sou portador de esclerose múltipla, diagnosticada em 2004 no Funchal, onde trabalhava e, face a esta contrariedade, tive de regressar ao continente. Em finais de 2004 e inicio de 2005 iniciei surtos com muita frequência, o que me retirou a capacidade de andar e ser autónomo, pois até para comer precisava de ajuda. Com este quadro clínico o médico disse que eu iria fazer um tratamento, para não ficar pior mas não voltaria recuperar a marcha. Fiquei resignado, agradecendo a Deus todos os dias pela graça de mais um dia de vida, até que, um domingo ao sair da missa, os meus olhos bateram num cartaz, do Movimento da Mensagem de Fátima, anunciando um retiro para doentes em Fátima, e disse para a minha mulher:”Quero ir a esse retiro”. Entrámos em contacto com o Secretariado Diocesano e conseguimos ir a esse bendito retiro. Durante 6 meses era a minha mulher quem empurrava a cadeira de rodas, até chegar a participação no retiro de 11 a 14 de Junho de 2006. No dia 13, fomos à Missa no Santuário, onde recebemos a bênção dos doentes com o SSº Sacramento. Terminada a Missa, ao passar o andor de nossa Mãe Santíssima pedi-lhe que levasse os meus tormentos e as minhas dores para os colocar aos pés de Seu Filho, em desagravo das muitas ofensas que nós homens Lhe fazemos e para honra e glória do Seu Santo Nome. Nessa altura senti um peso ou uma força muito grande sair de cima de mim percorrendo todo o meu corpo dos pés à cabeça (algo verdadeiramente inexplicável). A partir daí no resto do retiro comecei a sentir vontade de me levantar e empurrar a cadeira; assim aconteceu primeiro, depois com a ajuda de muletas e hoje já nem delas preciso e vou continuando a andar até que Deus queira.
Acreditai que pela intercessão de Nossa Senhora de Fátima, muita coisa pode acontecer. “Rezai, rezai muito” recomendou o Anjo de Portugal aos Pastorinhos. É preciso rezar, rezar sempre, sem esmorecer.
Rui Batalha

24 de outubro de 2010

Irmã Graça Santos


A Fraternidade recorda com gratidão a Irmã Graça no 1º aniversário
da sua partida para a casa do Pai. Na comunhão da oração dedica-lhe
estas palavras.

A Ti, Senhor da Graça
A ti, Irmã Graça

Em acção de graça pelo dom da Irmã Graça
rendemos, a Ti, Senhor da Graça, toda a Graça.
A Irmã Graça era franca no riso, alegre no olhar, amiga no dar.
A Irmã Graça era de bons modos, airosa e fraterna.
Não era invejosa, mas gozosa do Teu olhar.
O ar da sua Graça eras Tu, nela.
E deu-se, a Ti, Senhor da Graça, por ti, por mim e por nós, de graça.
De todas as graças Tu, Senhor, foste a Graça.
A Ti, Senhor da Graça, obrigado pela Irmã Graça.
A ti, Irmã Graça, obrigado, pelo Senhor da Graça.

Em Fraternidade.

1 de outubro de 2010

CCF - BEMBA DI VIDA - O CELEIRO DA VIDA


2 de setembro de 2010

XXXVIII PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA


1 de agosto de 2010

2 de Agosto - N.ª Senhora dos Anjos da Porciúncula - Festa do Perdão


Saudação à Bem - Aventurada Virgem Maria (SVM)


Salve, Senhora santa rainha, santa mãe de Deus, Maria, virgem convertida em templo (Igreja),

e eleita pelo santíssimo Pai do céu, consagrada por

Ele com o seu santíssimo amado Filho e o Espírito Santo

Paráclito;

que teve e tem toda a plenitude da graça e todo o

bem!

Salve, palácio de Deus!

Salve, tabernáculo de Deus!

Salve, casa de Deus!

Salve, vestidura de Deus!

Salve, mãe de Deus!

E vós, todas as santas virtudes, que pela graça e

iluminação do Espírito Santo sois infundidas no coração

dos fiéis, para, de infiéis que somos, nos tornardes fiéis a

Deus.

6 de julho de 2010

Encontro de Oração - 2 de Julho de 2010


Vem

Vem. Espírito de misericórdia, vem.
E suportaremos, com os nossos irmãos,
A miséria que os destrói no corpo e no espírito.

Vem, Espírito de doçura, vem.
E levaremos aos nossos irmãos
A bondade que é o pão de cada dia.

Vem, Espírito de pobreza, vem.
E daremos aos nossos irmãos
Aquilo que temos e que lhes faz falta.

Vem, Espírito de paz, vem.
E construiremos, com os nossos irmãos,
A terra prometida a que todos têm direito.

Vem, Espírito de justiça, vem.
E lutaremos, com os nossos irmãos,
Pela dignidade e a liberdade que lhes são negadas.

Vem, Espírito de consolo, vem.
E prestaremos, aos nossos irmãos que choram,
O reconforto da nossa presença.

Vem, Espírito de Deus.
Vem, Espírito dos crentes, vem.
Vem marcar-nos com o Espírito do Evangelho
.



Cântico

Deus é amor
Atreve-te a viver por amor
Deus é amor
Nada a temer




Evangelho de N.º Senhor Jesus Cristo segundo S. Lucas (7, 36-50)

Naquele tempo, um FARISEU convidou Jesus para comer com ele.
Jesus entrou em CASA DO FARISEU e tomou lugar à mesa.

Então, UMA MULHER – uma pecadora que vivia na cidade –
ao saber que Ele estava à mesa em CASA DO FARISEU,
trouxe um vaso de alabasto com perfume;
pôs-se atrás de Jesus
e, chorando muito,
banhava-Lhe os pés com as lágrimas
e enxugava-lhos com os cabelos,
beijava-os
e ungia-os com o perfume.

Ao ver isto, o fariseu que tinha convidado Jesus pensou consigo: «SE ESSE HOMEM fosse profeta, saberia que a mulher que O toca é uma pecadora

Jesus tomou a palavra e disse-lhe: «Simão, tenho uma coisa a dizer-te.»
Ele respondeu: «Fala Mestre.»
Jesus continuou «Certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos denários e o outro cinquenta. Como não tinham com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles ficará MAIS SEU AMIGO?»

Respondeu Simão: «Aquele – suponho eu – A QUEM MAIS PERDOOU.»
Disse-lhe Jesus: «Julgaste bem.»

E voltando-Se para a mulher, disse a Simão: «Vês esta mulher?
Entrei em tua casa e não Me deste água para os pés;
Mas ela banhou-Me os pés com as lágrimas
E enxugou-os com os cabelos.
Não me deste o ósculo;
Mas ela, desde que entrei, não cessou de beijar-Me os pés.
Não me derramaste óleo na cabeça;
Mas ela ungiu-Me os pés com perfume.
Por isso te digo: São-lhe perdoados os seus muito pecados, PORQUE MUITO AMOU;
Mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.»

Depois disse à mulher: «OS TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS.»

Então os convivas começaram a dizer entre si: «Quem é este homem, que até perdoa os pecados?»

Mas Jesus disse à mulher: «A TUA FÉ TE SALVOU. VAI EM PAZ.»

Depois disso, Jesus ia caminhando por cidades e aldeias, a pregar e a anunciar a boa nova do reino de Deus. Acompanhavam-n`O os Doze, bem como algumas mulheres que tinham sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades. Eram Maria, chamada Madalena, de quem tinham saído sete demónios, Joana mulher de Cusa, administrador de Herodes, Susana e muitas outras, que serviam Jesus com os seus bens.

29 de junho de 2010

Da Região Sul - Encerramento de Actividades

















ORDEM FRANCISCANA SECULAR
Conselho Regional do Sul
Rua Augusto Gil. N.º 53 – 1.º
2835 – 067 Baixa da Banheira
Tel.: 21 205 14 41
Telm.: 969 486 056


Caríssimos Irmãos Ministros
Paz, Alegria e todo o Bem

Como ficou prometido na última Assembleia Plenária, aqui vão alguns pormenores informativos sobre o encerramento das Actividades da Região Sul a 3 de Julho no “Jardim da Paz” , freguesia do Carvalhal, concelho do Bombarral:
* ITINERÁRIO
Baixa da Banheira – Lisboa (Praça de Saldanha) – Carvalhal–“Jardim da Paz”.
Carvalhal – Lisboa (Praça de Saldanha) – Baixa da Banheira.

Horário: partida - Bx. da Banheira : 7.00h (em frente da Igreja Paroquial)
- Lisboa (Praça de Saldanha): 8.00h
Chegada – Bx. da Banheira – Pelas 20h e 30m (em frente da Igreja Paroquial).
Preço da Viagem: 13 (treze) € (inclui oferta ao motorista)

Refeição: a)- Partilhada.
b)- No café “o Sonho” pode comer-se uma refeição ligeira constando de: - Sopa,
- uma sandes à casa ou outra
- sobremesa
Preço desta refeição : cerca de 10 (dez) €

Nota: Pede-se aos Ir.s Ministros o favor de nos comunicarem, logo que possível, o n.º de Irmãos da respectiva Fraternidade, que pretendem comer no café.

PROGRAMA – Oração ( à Saída), visita ao Jardim da Paz (há um comboio paisagístico interno pelo preço de 3€), convívio com partilha de muita alegria e, Eucaristia no santuário do Carvalhal.

Baixa da Banheira, 14 de Junho de 2010
Em união com o Conselho Regional Sul
A Ministra Regional
Ana Reis

22 de junho de 2010

Fotos do Encontro Nacional de Fraternidades

"Caríssimos Irmãos
Já podem ver fotos do Encontro em Montariol no Blogue http://franciscanismovar.blogspot.com Um abraço fraterno."
A todos, muito obrigado por tudo.

16 de junho de 2010

Encontro Nacional de Fraternidades - Montariol - 19 e 20 de Junho


5 de junho de 2010

Encontro de Oração - 4 de Junho de 2010


Lucas 6, 20-26
Bem-aventuranças (Mt 5,1-12) -

20Erguendo os olhos para os discípulos, pôs-se a dizer:

«Felizes vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus.

21*Felizes vós, os que agora tendes fome,porque sereis saciados.

Felizes vós, os que agora chorais, porque haveis de rir.

22Felizes sereis, quando os homens vos odiarem,quando vos expulsarem,vos insultarem e rejeitarem o vosso nome como infame,por causa do Filho do Homem.

23*Alegrai-vos e exultai nesse dia,pois a vossa recompensa será grande no Céu. Era precisamente assim que os pais deles tratavam os profetas».

Imprecações

24*«Mas ai de vós, os ricos, porque recebestes a vossa consolação!

25*Ai de vós, os que estais agora fartos,porque haveis de ter fome!

Ai de vós, os que agora rides, porque gemereis e chorareis!

26Ai de vós, quando todos disserem bem de vós!

Era precisamente assim que os pais deles tratavam os falsos profetas».

29 de maio de 2010

A Utopia Trinitária como Forma Suprema de Existência em Comum



A TRINDADE por José António Merino, OFM, in "Filosofia da Vida - Visão Franciscana", Editorial Franciscana, 2000, pág.298:

"A teologia do encontro trinitário e a metafísica do amor, tais como no-las apresenta e enfatiza S. Boaventura, abrem-nos a uma nova forma de viver, e podem estimular-nos a certos comportamentos existenciais e sociais susceptíveis de transformar o nosso modo de ver, de interpretar e de praticar a vida social. A Trindade, comunidade de amor e comunhão, deveria ter posição mais destacada na teologia, na espiritualidade e na doutrina social, e até mesmo no imaginário colectivo dos cristãos, como fermento social de bom entendimento.

Para um futuro feliz, a comunidade familiar, a Igreja e a sociedade, precisam de descobrir a utopia trinitária como forma suprema de existência em comum, porquanto, haja o que houver, nunca deixaremos de constituir comunidade, e um regresso à vida solitária corresponderia a um retrocesso para a barbárie. Para um futuro mais risonho e comunicativo, o esperançoso modelo é a trindade das pessoas divinas, que, com seu estilo e feitio comunitário, nos estão a dizer que para a construção do futuro não basta haver comunhão de ideias, mas é preciso que haja também comunhão de vidas. A Trindade é o modelo supremo da utopia da convivência humana, e o melhor paradigma para um humanismo integral e interpessoal.
Vamos concluir, dizendo com S. Boaventura: «Senhor, de ti provenho, e por meio de ti a ti regresso». Mas essa viagem de regresso nunca ninguém a faz sozinho; faz-se sempre em companhia, em comunidade. É esse o nosso destino e a nossa esperança. Quem procura reproduzir a vida trinitária, nunca se sentirá no exílio do individualismo nem na solidão do egoísmo, pois já nesta terra experimenta as delícias da Terra Prometida, que é sempre pátria compartilhada."

 
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