31 de outubro de 2019
Solenidade de Todos os Santos
(1 de novembro 2019)
Introdução à
liturgia:
A Igreja celebra hoje um dos dias mais
emblemáticos e significativos do seu calendário litúrgico. Desta vez, a
centralidade da nossa liturgia está focada no seguimento de Jesus, nas
propostas de vida em ordem à santidade: ‘Sede Santos’ porque Eu sou santo’.
Este é o apelo de Deus ao seu povo no livro do Levítico. Hoje, celebramos a
santidade a que somos chamados e também os nossos Irmãos que a viveram e a
testemunham.
Introdução às
leituras:
A primeira leitura apresenta-nos
a grande festa da santidade, daqueles que ‘banharam’ as suas vidas no sangue do
Cordeiro. Por isso, celebram festivamente a sua glória. É uma festa onde todos
são acolhidos, uma multidão incontável, vinda de todos os povos, raças e
nações; Ninguém está excluído dela.
A segunda leitura fala-nos
daquilo que nos faz santos e filhos de Deus: o amor. Este é o nosso fermento de
santidade, uma santidade que nos abre à plenitude de Deus e à comunhão fraterna
com todos os irmãos.
Como chegar
à santidade? Qual o código de vida que devemos seguir? Há algum caminho que nos
conduza a essa plenitude de vida? A regra é a vivência das bem-aventuranças, o
verdadeiro caminho de santidade que Jesus viveu e nos deixou como itinerário a
seguir.
Padre João Lourenço, OFM
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
10:02:00
0
comentários
29 de outubro de 2019
Do Comissariado da Terra Santa
Peregrinações para 2020
Caros
Amigos da Terra Santa,
Uma vez mais começo por saudar-Vos
com amizade, com votos franciscanos de Paz e Bem. Desejo
ainda as maiores bênçãos de Deus e S. Francisco para todos Vós.
É com espirito de serviço, estima e
simpatia que venho até junto de vós através desta cartinha.
Desta vez venho apresentar as Peregrinações que temos
organizadas no próximo ano de 2020 à Terra Santa.
Enviamos já um programa informativo da peregrinação
agendada de 28 de maio a 03 de junho 2020 à Grécia, ilhas gregas e Éfeso para
visitar a casa de Nossa Senhora. Seguem também as informações de duas
peregrinações a Terra Santa: 21 a 28 de junho e 30 de agosto a 06 de setembro
as duas em 2020. Por favor, peço para
dar a conhecer aos amigos e familiares.
Uma das formas de ajudar os cristãos da Terra Santa é
visitar os Lugares Santos onde Jesus nasceu viveu e celebrou a sua Páscoa.
Venha connosco fazer a experiência da terra de Jesus.
Todos
os que se associem a esta grande obra a favor dos Cristãos da Terra Santa têm o
privilégio e o benefício da oração dos irmãos franciscanos que trabalham nos
Santuários da Terra Santa.
Renovamos os votos iniciais de Paz e Bem, rezamos por
vós e confiamos também na vossa oração.
Mais uma vez pedimos a vossa ajuda para divulgar estas
peregrinações junto dos vossos contactos.
Pedidos de informação pelo telefone 217140715 ou por
email com.terrasanta@gmail.com.
Paz e Bem.
Lisboa 25 de outubro de 2020
Frei Vítor Manuel Gomes Rafael, OFM
Comissário
da Terra Santa em Portugal
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
18:47:00
0
comentários
30º Domingo do Tempo Comum
(26.10.2019)
Introdução à Liturgia
A liturgia deste domingo mostra-nos que a verdadeira
relação com Deus, a verdadeira religião, se constrói a partir do coração, na
intimidade de cada um e não no ritualismo exterior que se vangloria e se centra
na própria presunção de cada um. O farisaísmo do tempo de Jesus continua hoje
bem presente na nossa sociedade, incluindo, por vezes, até na própria Igreja,
tal como constantemente nos adverte o Papa Francisco.
Introdução às Leituras
A primeira leitura, do livro do Eclesiástico, fala-nos
da identidade e da autenticidade do Deus em quem Israel acredita e diz-nos, de
uma forma muito clara, que Ele é justo, acolhe o grito e o clamor daquele que O
invoca e abre os Seu coração à voz daqueles que estendem para Ele as suas mãos.
Na segunda leitura, continuando a ler passagens da 2ª
carta a Timóteo, Paulo deixa-nos um dos mais belos testemunhos da sua vida e da
felicidade que sente porque se entregou de alma e coração à missão que Deus lhe
confiou. Como são belas a palavras do Apóstolo e como elas são motivadoras
também para cada um de nós.
No Evangelho, S. Lucas oferece-nos uma das parábolas
mais expressivas de todo o seu texto. Nos dois personagens que dão corpo e
forma a esta parábola estão definidos os dois grandes paradigmas da vivência
cristã. Por um lado, o fariseu apresenta-se como alguém que pensa comprar Deus;
ao contrário, o publicano, abre-nos o caminho para a verdadeira procura de
Deus, o único caminho para chegar até Ele.
Padre João Lourenço, OFM
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
09:55:00
0
comentários
24 de outubro de 2019
(20
de outubro)
Introdução à
Liturgia:
No
meio das fadigas e dos afazeres da vida há sempre um tempo para levantar as
mãos e recomeçar, redobrando até os esforços para ir em frente. Como se
consegue consolidar este dinamismo na nossa vida? A liturgia de hoje ajuda-nos
a olhar para uma dimensão importante e fundamental da nossa vivência cristã: a
oração. Orar, é restabelecer de forma permanente a nossa intimidade com Deus e
encontrar aí a força que nos dá uma nova vida.
Introdução às
Leituras:
Na
primeira leitura, do livro do Êxodo narra-nos um dos momentos marcantes do
itinerário do povo de Israel na sua caminhada pelo deserto a caminho da terra
prometida, no qual a confiança de Moisés é acompanhada pela oração, ajudando o
povo a superar as dificuldades encontradas. A oração ajuda-nos a viver hoje
aquilo que muitas vezes dizemos: ‘confiar, mesmo quando nos falta a esperança’.
Exortar à esperança e à confiança é
também a mensagem que Paulo envia ao seu discípulo e companheiro de missão,
Timóteo. Tudo isso deve ter o seu centro na Palavra de Deus, na Escritura, que
é ela que nos guia na caminhada da fé.
O
Evangelho reforça o tema da oração e da confiança. Se os homens são insensíveis
aos apelos da justiça e da fraternidade, Lucas diz-nos que Deus não fechará os
seus olhos nem os seus ouvidos aos apelos que Lhe são dirigidos, mostrando-se
atento a todo aquele que levanta para Ele as suas mãos e a sua voz.
Padre João Lourenço, OFM
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
09:45:00
0
comentários
11 de outubro de 2019
28º DOMINGO DO TEMPO COMUM
Introdução à
Liturgia:
A liturgia deste domingo abre-nos a
uma dimensão que vai para além das nossas fronteiras pessoais, de raça ou de
nacionalidade. Para o judaísmo do Antigo Testamento, esta dimensão
universalista foi, durante muito tempo, impensável e só tornada possível pela
acção da palavra dos profetas. Jesus fez dela uma prioridade, tal como hoje nos
propõe o Papa Francisco.
Introdução às
Leituras:
Na primeira
leitura, o profeta Eliseu, pela força da Palavra de Deus, cura o sírio Naaman,
mostrando que esta palavra não conhece fronteiras nem é propriedade de ninguém.
É ela que nos restabelece na verdadeira harmonia e numa saudável relação com
Deus e com os irmãos.
A segunda
leitura, dando continuidade às exortações que S. Paulo dirige a Timóteo,
convida-o à fidelidade e a identificar-se com o seu próprio testemunho. É por aqui que passa a sua adesão ao
Evangelho de Jesus.
O Evangelho narra-nos
o encontro de Jesus com um grupo de leprosos a quem curou. S. Lucas, recorre com
muita frequência à narrativa dos encontros de Jesus com aqueles que o procuram
na esperança de serem curados. Jesus, usa de misericórdia com eles. É esta a
marca da missão de Jesus: curar e reconciliar. Neste ano da misericórdia, deve
ser também este o testemunho da nossa identidade cristã.
Padre João Lourenço, OFM
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
10:28:00
0
comentários
Falecimento de Manuela Silva
Consternada, a Fraternidade noticia o falecimento de Manuela Silva, amiga do CCF e da OFS, tendo participado, em diversas ocasiões, nos encontros da Fraternidade Franciscana. Associando-nos e fazendo-a nossa, divulgamos a mensagem que a Comissão de Justiça e Paz publicou por esta ocasião in .http://www.ecclesia.pt/cnjp/
UMA VIDA AO SERVIÇO DA JUSTIÇA E DA PAZ
A Comissão Nacional Justiça e Paz recebeu com pesar a
notícia do fim da vida terrena de Manuela Silva, que foi sua presidente e que
em várias ocasiões dela foi membro e com ela colaborou.
Ficará para sempre em nós marcado o seu testemunho de
dedicação constante e incansável às causas da Justiça e da Paz, inspirada no
Evangelho e da doutrina social da Igreja. Essa dedicação abarcou os âmbitos
académico, social, político e eclesial. Sempre teve uma atenção especial à
causa do combate à pobreza como violação dos direitos humanos.
Dotada de uma extraordinária capacidade de iniciativa,
dinamismo e organização de trabalho em equipa, Manuela Silva nunca esmoreceu na
dedicação a essas causas, nem com o avançar da idade, nem com a doença que a
veio a vitimar.
É disso exemplo a criação recente da rede “Cuidar da
Casa Comum – a Igreja ao serviço da Ecologia Integral”, rede a que a CNJP
também se associou juntamente com muitas outras organizações. Foi ela a sua
alma inspiradora, lançando uma semente de uma planta que há de crescer e dar
frutos. Fê-lo na última fase da sua vida terrena, como se não quisesse
desperdiçar nenhum momento dessa vida, nem mesmo os últimos, para se dedicar à
missão a que se sentia chamada.
Por esse e muitos outros motivos, será sempre para
todos nós um exemplo luminoso. Rezamos por ela, acreditando que gozará da
felicidade plena na comunhão eterna com Deus.
Lisboa, 8 de outubro de 2019
A Comissão Nacional Justiça e Paz
CNJP - Comissão Nacional Justiça e Paz
Conferência Episcopal Portuguesa
Quinta do Bom Pastor, Estrada da Buraca, 8-12
Quinta do Bom Pastor, Estrada da Buraca, 8-12
1549-025
Lisboa
.
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
10:08:00
0
comentários
8 de outubro de 2019
Encontro com 800 anos de história
Caríssimas Irmãs e Irmãos da OFS,
Estimadas Amigas e Amigos da TERRA SANTA,
Em 1219,
cumprem-se agora oito séculos, a Cristandade e o Islão encontravam-se
envolvidos numa das mais sangrentas guerras das Cruzadas, a Quinta. Francisco
de Assis tomou então a iniciativa de se dirigir ao Médio Oriente com o
firme propósito de delinear uma alternativa que superasse a lógica de terror
que estava implantada entre o mundo cristão e o mundo islâmico. O seu desejo
era contribuir para aproximar estes dois universos crentes, já que a guerra e
as sucessivas Cruzadas tinham tornado impossível qualquer mediação. Dirigiu-se a
Damietta, onde se encontrou com o Sultão Al-Malik al-Kamil.
Este encontro histórico está a ser celebrado um
pouco por toda a parte, procurando com isso encontrar e reforçar novos caminhos
de diálogo. Associando-nos a esta efeméride, vamos também nós celebrá-la, no
dia 25 de OUTUBRO, às 21h, no CENTRO CULTURAL
FRANCISCANO. Aqui vos envio o nosso Convite para este evento, esperando a Vossa
presença amiga. Todos os dados sobre o Encontro estão no Cartaz que
anexamos, pedindo e agradecendo a sua divulgação e a partilha deste convite
entre os Vossos amigos e familiares.
Com amizade, votos de Paz e Bem,
Fr. João Lourenço
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
10:44:00
0
comentários
7 de outubro de 2019
27º DOMINGO DO TEMPO COMUM
Introdução à
Liturgia:
Na
liturgia deste domingo sobressai o pedido feito pelos discípulos a Jesus:
‘Senhor, aumenta a nossa fé’. A fé é a condição fundamental para que possamos
assumir uma relação correta e verdadeira com Deus. A disponibilidade para
construir o Reino de Deus em nós e a partir de nós, pressupõe uma fé autêntica,
verdadeira e confiante. É este o desafio que o Senhor hoje nos deixa.
Introdução às
Leituras:
Na
nossa forma de ser e estar, nem sempre os nossos tempos se conjugam com o plano
de Deus. Na primeira leitura, o profeta Habacuc como que desafia Deus a
fazer-se presente no tempo e na história. Deus faz-se presente, mas a sua
presença passa também por nós e é pela nossa fé que essa presença se torna actuante.
Na segunda leitura, S. Paulo convida o seu discípulo e colaborador
Timóteo – é a 2ª carta que lhe dirige – a renovar em si o ardor e o empenho da
vivência cristã. Por isso o convida a dar, sem medo nem cobardia, testemunho de
Jesus, um convite que é também dirigido a cada um de nós.
Evangelho
deixa-nos o convite a crescer na fé, pois é pela fé que nos tornamos
construtores do “Reino” de Deus no mundo. Ser discípulo e seguidor de Jesus
implica esta adesão sem reserva, capaz de superar montanhas e obstáculos,
olhando sempre em frente e caminhando com esperança.
Padre João Lourenço, OFM
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
14:33:00
0
comentários
4 de outubro de 2019
4 de outubro - S. Francisco de Assis
O Pobrezinho de Assis
Pai
S. Francisco, espero que tenhas um bocadinho de tempo para conversarmos. Hoje é
o teu dia. Ontem, à tardinha, já começamos a recordar a tua passagem para a
Vida Eterna. Não é necessário lembrar os
Irmãos. Todos celebram esta data com o coração em festa. Cada um, a seu modo,
dá graças a Deus pelo santo que tu és. Pela vida que viveste - cântico
permanente de louvor ao Deus que te criou.
Então
senta-te aqui e ouve-me.
Porque
te chamam “pobrezinho”? Quem não te conheça bem, pode ser levado a
pensar numa pessoa fisicamente pouco atrativa, talvez rude, amarga e dependente
da generosidade dos outros.
“Pobrezinho”, dito assim, pode
inspirar caridade, mas corre-se o risco de passar ao lado da tua própria
pessoa, sem se dar conta de que nos estamos cruzando com Francisco de Assis.
Tu
foste o rei da juventude de Assis… eras popular, tinhas muitos amigos, falavas
bem, eras alegre. Encantavas. Tinhas compaixão pelos mais necessitados e,
sempre que algum pobre te pedia esmola “por amor de Deus”, nunca
recusavas. E, ainda não te tinhas convertido… Mas dos teus pais recebeste uma
boa educação cívica e espiritual. Tua
mãe, cristã fervorosa, moldou o teu coração no amor de Deus e do próximo.
Tiveste um berço de ouro, com tudo aquilo que poderia determinar uma vida sem
grandes preocupações.
Mas
depois ouviste a voz de Deus. Veio a hora da conversão. Aquilo que tu eras não
chegava. E a tua vida mudou. E quando
decidiste que o teu caminho era viver segundo o Evangelho de Nosso Senhor Jesus
Cristo, começaram a chamar-te “pobrezinho”.
Mas
eu vejo-te de modo diferente. Humilde sim. Pobrezinho não.
Tu
eras forte. Recuperaste com o vigor dos teus braços, as igrejas de S. Damião, a
Porciúncula e a de S. Pedro.
A
tua voz era maviosa quando cantavas. Era meiga e quente quando davas conselhos.
Era firme quando lutavas pelo privilégio da dona Pobreza. Eras trabalhador. Só
recebias esmolas em troca do teu trabalho.
Quando
algum irmão estava triste, tu ias ao seu encontro. Conseguias sarar as feridas
da sua alma. Se algum tinha frio, cuidavas de o agasalhar. Se tinha fome,
sentavas-te a seu lado e comias com ele para que não se sentisse envergonhado da
sua fraqueza.
Quando
estavas cego, entoavas louvores ao Deus Altíssimo e davas graças pelos
sofrimentos que sacudiam o teu corpo.
E
o teu sorriso era sempre a luz duma suave madrugada.
Nada
impunhas. O teu exemplo era a palavra que chegava ao coração daqueles que te
conheciam. Elas, as tuas palavras, é que levavam as pessoas a fazer as suas
escolhas.
Tua
falavas do amor de Deus, mas respeitavas quem não tinha uma fé igual à tua. Foi
o que aconteceu em Damietta. Tu pregavas a paz. A harmonia. O respeito não só
pelas pessoas, como também por todas as criaturas.
Tu
eras sábio. Justo. Misericordioso. A tua identificação com Cristo não diminuiu
a tua afeição ao pobre, ao doente, aquele que se sentia perturbado. Pelo
contrário, a tua compaixão era mais intensa e a tua presença constante.
É
que tu aprendeste que amar a Deus era suavizar o sofrimento humano, era limpar
as chagas da alma e do corpo. Era tornar concreto aquilo em que acreditavas.
Eras
um homem sensível, de sentimentos profundos, que desenvolveste os dons naturais
que estavam dentro de ti e os colocaste ao serviço dos irmãos. E isso porque um
dia ouviste a voz do Senhor e decidiste ser o “Arauto do grande Rei”.
E
dizem que és “probrezinho”?
No
Evangelho encontraste a simplicidade de vida. A tua generosidade para com Deus e
para com os homens, tornaram-te visível aos olhos de todos.
Eras
grande. Eras ativo. Livre. O teu olhar transmitia serenidade e da tua boca saíam
palavras de consolação e de esperança.
Não,
não eras, nem és um pobrezinho. O teu coração despojado de tudo aquilo
que é terreno, estava repleto de amor e de luz. Aí guardavas os tesouros que o
Senhor te confiava. Tu O compreendeste. Amaste Jesus desde o presépio até ao
Calvário. Transmitias alegria, vivias feliz. Não se podia sentir dó da tua
pessoa.
Assim
se compreende que o mundo hoje te recorde. Apesar do teu corpo terreno ter
ficado escondido durante alguns séculos, num sepulcro de todos desconhecido,
nem assim foste esquecido. Tens sido amado e admirado através dos tempos, por
crentes e não crentes, por gente de todas as idades.
E
chamam-te “pobrezinho”?!!
Pai
S. Francisco, homem grande, rico de bens espirituais, continuas a ser exemplo
para todo aquele que quer seguir Jesus. Obrigada por existires. Obrigada pelos
Irmãos que me deste e que hoje louvam o Senhor pela graça de te conhecerem.
Não
te chamo “pobrezinho” … quero sim, que muitos te conheçam, que sintam a
tua grandeza repleta de humildade e que aprendam a cantar contigo, sentindo a
doçura das palavras que escolheste para louvar o Senhor.
Dá-me
a tua mão, preciso dela, e soltemos a nossa voz, entoando juntos
Altíssimo, Omnipotente e Bom Senhor
A Ti toda honra e toda a glória,
Maria
clara, ofs
Lisboa,
4 de outubro de 2019
Publicada por
OFS LUZ
à(s)
09:54:00
0
comentários
Subscrever:
Comentários (Atom)


















