27 de agosto de 2014
25 de agosto de 2014
22 de agosto - Rita Beltrão
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3 de agosto de 2014
Festa do Perdão em N.ª Sra. da Porciúncula
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31 de julho de 2014
Ecos da Peregrinação a Santiago
No passado dia 18 de Julho partimos rumo a Santiago de Compostela, era o passeio da nossa Fraternidade que se tornou na Peregrinação da nossa Fraternidade.

Ao entear na Catedral fomos ao encontro do Apóstolo para o
Abraço! Abraço a Jesus Cristo através do seu querido e escolhido São Tiago (o
maior – Santiago). Foi muito útil toda a informação dada na camioneta sobre a
história e percurso de Santigo. Tal como
o encontro da história do caminho de Santiago com a vida de São Francisco de
Assis e a sua passagem por terras lusas.
Ficamos encantados com o convento, totalmente remodelado é
um misto de tradição e conforto. A capela onde celebramos é linda, acolhedora,
mística!Iniciamos então o regresso a cas. O regresso… Após dois dias tão intensos e fraternos o regresso é sempre o regresso…. No sentido que gostaríamos de ficar todos junto mais um bocadinho...
Fotografias: Cristina Ferreira
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O Poverello - Ecos da Peregrinação
O Poverello (Clique)
Centro de Acolhimento “O POVERELLO”, a unidade de cuidados de curta e longa duração e cuidados paliativos, que visitámos ontem, é um lugar que nos fala da dignidade da vida humana, em que a dor é tratada com carinho e onde a presença de Francisco de Assis nos interpela.
![]() |
| (Convento Franciscano de Montariol) |
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5 de julho de 2014
24 de junho de 2014
21 de junho de 2014
13 de junho de 2014
Domingo da Santíssima Trindade
Celebrar a Santíssima Trindade não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de “um Deus único em três pessoas”; Pelo contrário, é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor. Como Deus é amor, também nós fomos criados e chamados a uma comunhão de amor que tem em Deus a sua plenitude.
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7 de junho de 2014
Vinde Espírito Santo
Ao Messias no rio Jordão;
Estendei vossas azas celestes
Sôbre os povos do órbe christão.
Entre os anjos e bençãos d'amôr:
Entre os cantos d'eterna victoria
Que os ch'rubins Vos elevam, Senhor!
Quem seus hombros encobre á nudez;
Cá no mundo, a ventura lhe rende,
E no céo, gloria eterna, talvez!
Se trasborda, é que tende de mais.
Vosso irmão tem de menos, e soffre,
Nada goza, e é só vós que gozaes.
Offertae-lh'as em nome de Deos;
Talvez sejam as unicas sendas
Que conduzam ao reino dos ceos.
Uma esmola d'amôr offertar:
É dever consolar os afflictos,
E dos pobres, a fome matar.
Quem esmóla melhor, não tiver!
Pobre embora; esta offerta é thesouro,
Ganhará o brasão d'esmoler!
Entre os anjos e bençãos d'amôr:
Entre os cantos d'eterna victoria
Que os ch'rubins, Vos elevam, Senhor!
Em Pleno Atlantico,
Ponta Delgada, Tip. Açoriana, 1879.
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2 de junho de 2014
26 de maio de 2014
Peregrinação a Santiago de Compostela

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7 de maio de 2014
1 de maio de 2014
3.º Capítulo das Esteiras Fotos
Fotos - Google+
http://www.ofm.org.pt/noticia/item/265-capítulo-das-esteiras-da-família-franciscana-em-mafra.html

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27 de abril de 2014
São João XXIII, OFS
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19 de abril de 2014
15 de abril de 2014
13 de abril de 2014
7 de abril de 2014
31 de março de 2014
23 de março de 2014
17 de março de 2014
9 de março de 2014
25 de fevereiro de 2014
20 de fevereiro de 2014
Retiro da Região Sul - 15 de Fevereiro
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29 de janeiro de 2014
Janeiro - Formação Permanente - Revitalizar
- Descobrir
nos irmãos a pessoa viva e operante de Cristo (R.V., 5).
- Como
irmãos, conformar a sua maneira de pensar e de agir com Cristo (Id., 7).
- Acolher
todos os homens com espírito humilde e benevolente, como sendo um dom do
Senhor e a imagem de Cristo. Conviver com todos num espírito de verdadeira
alegria (Id., 13).
- Procurar
os caminhos da unidade e dos entendimentos fraternos através do diálogo e
com o poder transformador do amor e do perdão, mostrando-se, assim,
portadores da paz, a qual deve ser construída constantemente (Id., 19).
- Assumir
a vocação da OFS como o viver o Evangelho em comunhão fraterna (Id., 33).
- Aprofundar
os verdadeiros fundamentos da fraternidade universal e implementar em toda
a parte o espírito de acolhimento e o clima de fraternidade (Const., art.º
18,2).
- Colaborar
com os movimentos que promovam a fraternidade entre os povos (Id., art.º
18,3).
- Atuar
como fermento, mediante o testemunho do amor fraterno (Id., art.º 19,l).
- Entender
a paz como obra da justiça e fruto da reconciliação e do amor fraterno
(Id., art.º 23,1).
- A fraternidade como uma dimensão
essencial da pessoa, sendo esta um ser relacional.
- A consciência desta dimensão
essencial leva-nos a ver e a tratar
cada
pessoa como um verdadeiro irmão. Sem isto, não é possível a
construção de uma sociedade justa.
- A
fraternidade começa-se a aprender no seio da família.
- Apesar
da importância das ligações e comunicações que envolvem o nosso planeta e
do que elas permitem, isto contrasta muitas vezes com a globalização da
indiferença. Torna-nos vizinhos, mas não irmãos.
- Em
muitas partes do mundo: a lesão dos direitos humanos fundamentais, as
situações de desigualdade, pobreza, injustiça, a ausência de uma cultura
de solidariedade, o individualismo, o egocentrismo, o consumismo materialista... a revelarem uma profunda
carência de fraternidade.
- Uma
verdadeira fraternidade entre os homens supõe e exige a referência a um
Pai comum – paternidade divina. A partir do reconhecimento desta
paternidade, consolida-se a fraternidade entre os homens. A raiz da
fraternidade está contida na paternidade de Deus que se revela no amor
pessoal, solícito e concreto por cada pessoa (cfr. Mt 6,25-30). Quando este amor
é acolhido ele
torna-se agente de transformação da vida e das relações com o outro.
- Partindo
da história dos dois irmãos Caim e Abel (Gn 4,l-16),
cuja
vocação era ser irmãos, importa entender alguns dos obstáculos que se
interpõem à
realização
da fraternidade. Caim assassinou Abel. Recusou-se a reconhecer-se como
irmão e a relacionar-se com ele. Ignorou o vínculo da fraternidade, da
reciprocidade e da comunhão. Porquê? Por inveja.
- Esta
narração ensina que a humanidade traz inscrita uma vocação à fraternidade,
mas também a possibilidade da sua rejeição. Disto mesmo dá testemunho o
egoísmo diário, estando este na base de muitas guerras e injustiças.
- Referindo
a "Populorum Progressio",
de Paulo VI, salienta: o dever de solidariedade: que nações ricas ajudem
as menos avançadas; o
dever
de justiça social: que requer a reformulação entre povos fortes e povos
fracos; o dever de caridade universal: que impele à promoção de um
mundo mais humano para todos
- A fraternidade é fundamental para
vencer a pobreza, porque uma causa importante da pobreza é a falta de
fraternidade entre os povos e entre as pessoas. Em muitas sociedades
sente--se uma profunda pobreza relacional, devido à carência de
sólidas relações familiares e comunitárias. Com isto surgem a
marginalização, a solidão e várias formas de doença patológica.
- Uma tal pobreza só pode ser
superada através da redescoberta e valorização de relações fraternas no
seio das famílias e das comunidades, através da partilha das alegrias e
tristezas, das dificuldades e sucessos.
- As
graves crises financeiras e económicas dos nossos dias: que têm a sua
origem no progressivo afastamento do homem de Deus e do próximo, com a
ambição desmedida de bens materiais, e também no empobrecimento das
relações interpessoais e comunitárias.
- As
sucessivas crises económicas devem levar a superar os modelos de
desenvolvimento económico e a mudar os estilos de vida. Além disso, pode
ser também uma ocasião para recuperar as virtudes da prudência, justiça,
fortaleza e temperança (virtudes cardiais). Elas podem ajudar-nos a
superar os momentos difíceis e a descobrir os laços fraternos que nos unem
uns aos outros. Estas virtudes são necessárias sobretudo para construir e
manter a sociedade a
medida
da dignidade humana.
- Irmãos
que continuam a viver a experiência dilacerante da guerra. A exigir de todos
a oração pela paz.
- Apelo
a quantos semeiam a violência e morte, com armas: naquele que se considera
um inimigo a abater, redescobrir um irmão; ir o encontro do outro com o
diálogo, o perdão e a reconciliação para construir a justiça, a confiança
e a esperança.
- Não
bastam os acordos internacionais e as leis nacionais para preservar a
humanidade do
risco
de conflitos armados. É preciso uma conversão do coração que permita a
cada um reconhecer no outro um irmão do qual cuidar e com o qual trabalhar
para, juntos, construírem uma vida em plenitude para todos.
- A
fraternidade
como sendo geradora de paz social, porque cria o equilíbrio entre
liberdade e justiça, entre responsabilidade pessoal e solidariedade, entre
bem dos indivíduos e bem comum.
- Um
autêntico espírito de fraternidade vence o egoísmo individual. Este
desenvolve-se quer em formas de corrupção, quer na formação de
organizações económicas, as quais, minando a legalidade e a justiça, ferem
no coração a dignidade da pessoa. Estas organizações ofendem a Deus,
prejudicam os irmãos e lesam a criação.
- O
drama
da droga, com a qual se lucra desafiando as leis morais e civis; a
devastação dos recursos naturais, a poluição, a tragédia da exploração no
trabalho, os tráficos ilícitos de dinheiro, a prostituição que destrói e
rouba o futuro a tanta gente, o tráfico de seres humanos, os crimes contra
menores ...
- As
condições desumanas de muitos estabelecimentos prisionais, onde os
reclusos acabam reduzidos a um estado degrandante e violados na sua
dignidade.
- A
natureza: dom do Criador oferecido à família humana. A natureza está à nossa
disposição, mas somos chamados a administrá-la responsavelmente. Por vezes
surge a ganância, a soberba de dominar, de possuir, de manipular ..., não permitindo a
defesa deste dom e o respeito do mesmo.
- O
sector
agrícola que tem a vocação vital de cultivar e guardar os recursos
naturais para alimentar a humanidade. De que modo usamos os recursos da
terra?
- Antes
da fraternidade como ideal de vida evangélica, Francisco encontrou o
irmão. No irmão se revelou o Cristo Irmão. Através de Cristo e do seu
Evangelho foi percebendo o sentido pleno da paternidade universal de Deus
e de família dos filhos de Deus, que irmana os batizados, todos os homens,
a criação inteira.
- Fundada
em Cristo, a fraternidade que S. Francisco tem em mente é sempre a que
une os homens no amor de um mesmo Pai, realizada, como ele diz, por
"um tal filho, agradável, humilde, pacífico, doce, amável e mais que
tudo desejável, Nosso Senhor Jesus Cristo, que deu a vida pelas suas
ovelhas e orou ao Pai, dizendo: Pai Santo, guarda em Teu nome aqueles que
Me deste" (cfr. 1CF 11-14 e Jo 17).
- Esta
unidade, constituída por irmãos, se converte em fraternidade pela ação do
Espírito Santo. Francisco, nos seus escritos, fala sempre de fraternidade
quando designa o grupo dos seus seguidores. O termo "irmão" aparece com
muita frequência nas duas Regras (Rnb e Rb) e no Testamento com adjetivos
cheios de afeto: "irmãos meus", "meus irmãos
benditos", amadíssimos irmãos" ...
- Na
fraternidade franciscana podemos distinguir alguns aspetos fundamentais:
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OFS LUZ
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